Conecte-se Conosco

Música

Projeto Furtacor lança o EP “Voa” pela Marã Música

Publicado

em

  • Iniciado em 2023, o projeto Furtacor busca integrar diferentes formas de arte, como música, teatro, vídeos e pinturas
  • A proposta do Furtacor transita entre MPB, pop e alternativo

Ouça agora o EP “Voa”

O projeto Furtacor, liderado pelo cantor e compositor Caio Villafanha Negro, lança seu novo EP “Voa” no dia 19 de julho, pela Marã Música. Nascido em São Paulo, Caio explora a música de maneira única, mesclando texturas, batidas e sonoridades envolventes e profundas. Suas composições combinam elementos orgânicos e eletrônicos, destacando seu violão percussivo, o que traz uma sonoridade moderna e autêntica.

Este EP marca o lançamento da terceira faixa, ou o terceiro capítulo, de uma história contínua. A música “Voa” dá início à sua realização. “O formato de lançamento da obra completa feito por meio de singles, que, assim como suas capas, formam um mosaico revelando gradualmente uma narrativa,” comenta Caio. Todas as capas dos álbuns e faixas do projeto Furtacor são quadros que se desvendam aos poucos, trazendo à tona os conceitos das músicas, a história, a arte do quadro e a continuidade das canções.

O EP narra um processo de término, abordando a necessidade de deixar ir algo que já passou. A primeira faixa, “Página”, explora a percepção desse processo e contém uma mensagem de autoconfiança, afirmando que a resolução será fácil e que o que está por vir será bom. No entanto, na segunda faixa, “Pena”, ao confrontar a realidade, percebe-se que as coisas não são tão simples quanto pareciam, exigindo um certo desapego. A faixa inédita deste EP, “Voa”, traz uma sensação de calmaria e a compreensão de que é preciso seguir seu próprio caminho e encontrar seu legado.

As músicas abordam temas como pássaros, céu e “Ar”, nome da próxima faixa, que simboliza o encontro consigo mesmo. “As sonoridades neste EP são bastante variadas. A primeira música, ‘Página’, é bem pop, com curta duração, baterias eletrônicas, baixo sintetizado e diversos sintetizadores e emuladores digitais. ‘Pena’ tem uma pegada mais intensa e presente, sendo a primeira música do projeto a contar com uma bateria acústica em vez de apenas beats eletrônicos,” explica Caio.

O EP inteiro, produzido por Rodrigo Coelho, oferece uma sonoridade imersiva, com a presença marcante de sintetizadores e elementos eletrônicos. A mistura de elementos orgânicos com eletrônicos confere uma característica moderna e alternativa às músicas. “A terceira música, ‘Voa’, é mais lenta e delicada, destacando-se por um violão singelo,” destaca Caio. “A última faixa, que ainda será lançada, é instrumental e traz uma sensação de pertencimento e encontro consigo mesmo, com uma progressão musical demonstrando o fechamento da história e do ciclo.”

Sobre a composição de “Voa”, Caio revela: “Essa música possui uma característica diferente na voz em comparação às outras, ela traz uma entonação mais frágil e íntima, transmitindo a sensação de lamentação e conformismo. A faixa foi gravada com a boca bem próxima ao microfone e uma voz bem leve, onde é possível ouvir claramente a respiração ao longo de toda a música. O violão, cíclico e repetitivo, enfatiza o tema principal de um sentimento persistente, evidente já na primeira frase: ‘cometi o mesmo erro de novo’. A música também incorpora beats eletrônicos modernos, que se misturam com o som das unhas batendo nas cordas do violão, criando uma combinação entre elementos orgânicos e digitais.”

O EP tem um tema profundamente pessoal e intimista. Ele narra o processo de encerramento de um ciclo e libertação pessoal, desde a primeira música, que traz uma ideia de autopercepção, até a última, que representa o momento de se reencontrar em uma nova trajetória. “Essa música é minha queridinha do EP. Ela é muito gostosa de tocar no violão, parece que os dedos se encaixam certinho para tocar ela. No geral, eu gosto muito dela e espero que as pessoas se identifiquem também com a música e a letra. A sonoridade é bem introspectiva, com bastante detalhes e é muito gostosa de se ouvir nos fones de ouvido,” compartilha Caio.

O artista começou sua carreira musical aos 10 anos, influenciado por seu pai e os estudos de violão clássico. Durante a adolescência, enveredou pelo rock e hardcore, e aos 22 anos, lançou seu primeiro álbum com a banda de metal/hardcore Brave as Titan. Após a dissolução da banda em 2015, ele fundou a banda Organa em 2017, que permanece ativa e se prepara para lançar um novo EP em 2025. Em 2020, Caio começou a compor as faixas do projeto Furtacor, percebendo que tinha composições que não se encaixavam mais no estilo rock de sua banda. A proposta do Furtacor transita entre MPB, pop e alternativo. O primeiro lançamento, o EP “Desmonta”, conta com três músicas e foi lançado em setembro de 2023. Recentemente, lançou o EP “Pena”, também pela Marã Música.

Sobre Marã Música:

Empresa especializada em Marketing e Relações Públicas, dentro do mercado da música, fundada em janeiro de 2018 na cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo. Idealizada e gerenciada por Henrique Roncoletta, vocalista e compositor da banda NDK, a Marã Música atua na conexão de artistas com marcas e empresas, além de atuar também na gestão de imagem, carreiras, projetos, produções artísticas e eventos culturais.

Redes Sociais Furtacor

Instagram 

X (antigo Twitter)

Spotify

Redes Sociais Marã Música

Site Oficial

Facebook

Instagram 

YouTube

Continue lendo

Música

“Vivo!”, o icônico disco de Alceu Valença, será relançado em vinil pela Rocinante Três Selos

Publicado

em

De

O LP foi registrado em 7 de setembro de 1975, no Rio de Janeiro, na última apresentação do espetáculo “Vou Danado pra Catende”.

Em 1976, época em que discos registrados ao vivo ainda eram raridade no Brasil, Alceu Valença lançou o explosivo “Vivo!”. O LP trouxe a trilha sonora de uma performance intensa, energética e contestadora, apresentando ao mundo a música contemporânea pernambucana. A partir de 28 de agosto, os fãs do cantor e compositor terão a oportunidade de ter em mãos uma reedição luxuosa do icônico álbum, assinada pela Rocinante Três Selos.

No fervilhante cenário cultural dos anos 70, Alceu Valença emergiu como um dos mais vibrantes representantes da nova música nordestina com a sua participação no festival Abertura, defendendo “Vou Danado pra Catende”. O pernambucano despontou como o capitão da espaçonave que partiria do Nordeste para sobrevoar o Brasil e, mais tarde, o mundo.

Gravado durante a última apresentação do espetáculo “Vou Danado pra Catende”, no Teatro Tereza Rachel, no Rio de Janeiro, em 7 de setembro de 1975, o espetáculo foi marcado por um momento de tensão: nos bastidores, antes de subir ao palco, o cantor foi informado da prisão de seu parceiro Geraldo Azevedo pela repressão militar.

No Jornal do Brasil, Alceu definiu seu show: “Quem vier assistir não verá um concerto onde eu sou a figura central. Direção existe, mas é aberta, elástica. Sou o palhaço ou o bobo da corte, às vezes domador. Posso divertir o público ou irritá-lo. Não vou permitir de modo algum que façam do meu sotaque um subproduto. Minha música tem som universal com vivência nordestina”.

E é essa energia que transborda em cada faixa do disco. “Senhoras e senhores, meu cordial boa noite!”, dizia Alceu na abertura do show e do LP. A redoma que o pernambucano deseja destruir, a barreira entre artista e público, estava com os minutos contados. A introdução circense, embalada em viola, flauta, percussão e guitarra viajante estão na corpulenta abertura de “O casamento da raposa com o rouxinol”. O encerramento do lado A é com “Você pensa”, o momento mais pesado, agressivo e fugaz do disco.

“Agora eu vou cantar em pé para sair em gravação, né?”, anuncia Alceu nos primeiros sulcos do lado B de “Vivo!”. É a introdução de um intenso pot-pourri contendo “Punhal de prata”, “O medo”, “Quanto é grande o autor da natureza”, “Cabelos longos” e “Índio quer apito”. “Pontos cardeais”, momento copioso, colérico e tropológico de “Vivo!”, apresentava metáforas que iam de encontro ao que o parceiro Geraldo Azevedo (e tantos outros) passavam nos porões da Ditadura.

A lembrança de Geraldinho volta na canção seguinte, “Papagaio do futuro”, com Alceu comentando que a canção foi defendida no Festival Internacional da Canção de 1972, por ele, Geraldo Azevedo e Jackson do Pandeiro. O encerramento é com “Sol e chuva”: “me mate que eu sou muito Vivo! Vivo! Vivo!”.

A imprensa não cansou de elogiar “Vivo!”, lançado com capa dupla e imagens capturadas por um dos grandes fotógrafos do período, Mário Luiz Thompson. “O show de Alceu teve o clima ideal para fazer desse trabalho o melhor disco ao vivo gravado no Brasil”, escreveu Aloysio Reis na revista Pop.

Nesta edição especial da Rocinante Três Selos, “Vivo!” retorna em vinil preto 180g, com capa dupla, pôster e um encarte que inclui as letras das músicas e um texto exclusivo de Bento Araujo, jornalista e autor da série de livros “Lindo Sonho Delirante”. “Vivo!” continua a ser um testemunho da energia indomável e da paixão de Alceu Valença, um artista que não só vive intensamente o seu tempo, mas também o moldou com sua arte.

Tracklist:

Lado A
1. O casamento da raposa com o rouxinol (Alceu Valença) – 6:07
2. Descida da ladeira (Alceu Valença) – 5:06
3. Edipiana nº 1 (Alceu Valença, Geraldo Azevedo) – 4:52
4. Você pensa (Alceu Valença) – 3:22
Lado B
1. Punhal de prata (Alceu Valença) – 7:02
2. Pontos cardeais (Alceu Valença) – 4:22
3. Papagaio do futuro (Alceu Valença) – 5:41
4. Sol e chuva (Alceu Valença) – 4:35

Projeto Rocinante Três Selos

A paixão pelo vinil une três grandes nomes do mercado nacional em uma colaboração inédita. A fábrica Rocinante, localizada em Petrópolis, agora prensará uma seleção exclusiva de discos a partir de novembro, em uma parceria com a Três Selos. Esta curadoria, licenciada pela própria Rocinante, conta também com a contribuição da Tropicália Discos, uma loja icônica do Rio de Janeiro com mais de 20 anos de expertise na divulgação da música brasileira.

Essas referências do mercado se unem para apresentar com excelência algumas das obras mais marcantes da música brasileira, incluindo nomes consagrados como Chico César, Gilberto Gil, Pabllo Vittar, Hermeto Pascoal, Novelli, Tulipa Ruiz, Céu e Baiana System. Com um projeto gráfico inovador e utilizando as melhores prensas de vinil do país, essa parceria promete elevar ainda mais a música brasileira, celebrando sua riqueza e diversidade em cada lançamento.

Continue lendo

Música

Manu Chao compartilha seu novo single “Tú Te Vas” feat. Laeti

Publicado

em

De

PARTE DE SEU PRÓXIMO ÁLBUM VIVA TÚ, PREVISTO PARA 20 DE SETEMBRO

Escute aqui.

Depois de “Viva Tú” e “Sao Paulo Motoboy”, Manu Chao revela “Tú Te Vas”, o terceiro single de seu próximo álbum, Viva Tú, que será lançado em 20 de setembro. O álbum, uma obra de arte poliglota e unificadora, funde gêneros em uma coleção vibrante de cartões postais coloridos e cheios de alma que colocam o ser humano no centro de tudo. 

 “Tú Te Vas” é uma balada delicada e sensível que conta a história de duas almas que decidem se separar. Fiel ao estilo de Manu Chao, a dor e a luta da existência são capturadas na música. Em colaboração com Laeti, a rapper conhecida pela série Validé, a música relembra um amor passado para enfrentar melhor o futuro, sem amargura. Interpretada em francês e espanhol, “Tú Te Vas” ressoa com qualquer pessoa que tenha sofrido a dor de um rompimento. É uma música universal, sem fronteiras, que mergulha nas profundezas das emoções e, apesar da frase recorrente e definitiva “j’reviendrai jamais” (eu nunca voltarei), não exclui nenhuma possibilidade de futuro. O que restará são os fantasmas, os beijos compartilhados e as fotos de alguém que já foi amado (e talvez ainda seja amado), e tudo isso, quando a dor passar, trará sorrisos, os sorrisos daqueles que amaram livremente e são gratos por isso. É uma mensagem de esperança, uma recusa em manchar o que era forte, sincero e intenso.

É também uma música que Laeti só poderia ter escrito com Manu Chao. O amor não pode ser cantado com peso, e Manu Chao sempre soube como expressar sentimentos com um verdadeiro senso de simplicidade e uma saudável arte do contraste (“Me Gustas Tú”, “Je ne t’aime plus”), nunca caindo na indecência e exaltando as emoções humanas: “Acho que você tem que ir para as coisas simples. A complexidade trouxe o mundo até onde estamos hoje. Embora eu ache que, para chegar às coisas simples, você tenha que passar pela complexidade primeiro… de qualquer forma, o que me faz feliz é criar projetos simples e compor músicas simples,”

 É outra melodia cheia de ternura, na qual o ego não tem realmente nada a dizer. “Tu ten vas, pour toujours et tu seras toujours là, quelque part.”

Sobre a ForMusic:

Fundada no ano de 2016 por Nando Machado e Daniel Dystyler, a ForMusic é uma agência de marketing e promoção focada em projetos de música que conecta marcas, empresas, artistas e gravadoras de todo o mundo que querem ver o seu público crescer dentro do Brasil. Desde o início, ganhou destaque por trabalhar com as principais gravadoras e selos independentes do mercado, e hoje, representa artistas de nomes como Beggars Group, Domino Records, [PIAS], Nettwerk, Big Loud, entre muitas outras. 

ForMusic nas redes:

Website | Facebook | Instagram

Continue lendo

Música

Em Hollywood, Pietro Krauss é elogiado pelo produtor de Grey ‘s Anatomy

Publicado

em

De

Beto Skubs, renomado produtor da série, destaca o talento e as raízes brasileiras de Krauss em encontro em Los Angeles

Pietro Krauss, jovem cineasta brasileiro em ascensão em Hollywood, recebeu elogios de Beto Skubs, produtor de Grey’s Anatomy, durante um encontro especial em Los Angeles. Beto, também brasileiro e renomado por seu trabalho na série médica, visitou a casa de Pietro em Bel-Air, onde presenteou o cineasta com um roteiro autografado de Grey’s Anatomy. A dedicatória dizia: “Pietro, é uma honra conhecê-lo e compartilhar um pouco do seu incrível talento. Aqui é 019.”

Pietro explicou o significado da frase em um post no Instagram: “Aqui é 019″ é uma brincadeira nossa, já que nascemos na mesma região do Brasil — eu em Limeira e ele em Piracicaba. É nossa maneira de manter as raízes vivas, mesmo de longe.”

Beto Skubs, que atuou como roteirista e produtor de Grey’s Anatomy, é conhecido por destacar a cultura brasileira na série, trazendo talentos como Bianca Comparato e Eduardo Muniz, além de incorporar elementos brasileiros nos episódios, como bandeiras, camisas da seleção e diálogos em português. Embora não trabalhe mais na série, seu legado permanece evidente nas contribuições que fez para promover a cultura brasileira em um dos programas mais icônicos da televisão.

Esse encontro entre dois talentos brasileiros em solo americano destaca não só a excelência de ambos em suas áreas, mas também a força das raízes que compartilham. Em uma indústria competitiva como a de Hollywood, o reconhecimento de alguém tão estabelecido como Beto Skubs consolida ainda mais a ascensão de Pietro Krauss como um nome a ser observado no cinema internacional.

Continue lendo

Destaque