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Cultura

Vem aí a 1ª Jornada de Sustentabilidade para Arquitetura, Design e Construção

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Descobrindo novas formas de pensar, criar e construir, com foco na sustentabilidade.

Em um momento em que a sustentabilidade é mais do que uma tendência, a “1ª Jornada de Sustentabilidade para Arquitetura, Design e Construção” se destaca como um evento pioneiro para o setor no Brasil. Reunindo renomados especialistas e líderes de mercado, o evento, que acontece no dia 29 de agosto de 2024, na FIA Business School, propõe um debate aprofundado sobre as melhores práticas para um Built Environment (Ambiente Construído) sustentável.

A Jornada tem como objetivo conectar profissionais, acadêmicos, empresas e pessoas que buscam soluções inovadoras para os desafios da construção sustentável. Com um lineup de peso, composto por PhDs em Sustentabilidade e ESG da FIA Business School – USP, arquitetos, urbanistas, designers, profissionais e especialistas em IA, comunicação, projetos sociais, além de líderes de mercado, o evento promete ser um catalisador para a transformação do setor.

Jornada de Sustentabilidade: Por que participar?

Os participantes terão a oportunidade de aprender com os melhores, ouvindo palestras de experts em diversas áreas como sustentabilidade, ESG, inovação, arquitetura, design, construção, inteligência artificial, comunicação e negócios. Além disso, poderão realizar networking de alto nível, conectando-se com profissionais de diversas áreas e expandindo sua rede de contatos e colaboração.

Temas abordados

O Tema central que norteará a Jornada será o Built Environment, que se refere ao ambiente construído por seres humanos, abrangendo desde edifícios e cidades até infraestrutura e sistemas de transporte. Compreender e aplicar os princípios da sustentabilidade neste contexto é essencial para mitigar os impactos negativos da arquitetura, design e construção no meio ambiente e criar um futuro mais verde e resiliente.

O evento também será uma ótima oportunidade para descobrir as últimas tendências em materiais, tecnologias e práticas sustentáveis. Também serão abordados temas como Mindset Empresarial Sustentável, mostrando como integrar a sustentabilidade nos negócios de forma estratégica; Práticas Sustentáveis, apresentando soluções práticas para reduzir o impacto ambiental em projetos de arquitetura e construção; Inteligência Artificial, discutindo o impacto da IA na transformação do mercado; e Comunicação, abordando a maneira eficaz de comunicar as ações sustentáveis de uma organização.

Conheça o Lineup

Mônica Kruglianskas: PhD, Chief Sustainability Officer Certificate Coordinator no MIT Massachussetts Institute of Technology; Curadora do ClimaTech 2024 – Boston; Diretora de Sustentabilidade no PROGESA – FIA Business School; Consultora no Cambridge Institute for Sustainability Leadership, UK.

Silvia De Tommaso: PhD, Profa. Dra. Fea USP e FIA Business School na Linha de Responsabilidade Socioambiental e Ética Empresarial; Docente na FIA Business School – Sustentabilidade/Stakeholders; MBA em Estratégia Empresarial pela BSP SP; RSC; Mestrado em gestão de negócios pela FIA Business School.

Eduardo Saron: Presidente da Fundação Itaú (Itaú Cultural, Itaú Social e Itaú Educação) e Apoio a gestão e governança de Todos pela Saúde; Presidente do Conselho da Fundação Bienal de SP; Membro dos Conselhos: MASP, Museu do Ipiranga, Museu Judaico, Instituto CCR e GIFE.

João Zeni: Diretor de Sustentabilidade e ESG América Latina na Electrolux; Vice-Presidente do Conselho da ABREE; Leading Sustainable Corporations Programe – University For Oxford; ircular Economy – University of Exeter; he Prince of Wales Business and Sustainability – University of Cambridge.

Rodrigo Sêga: Mestre em Sustentabilidade pela FGV e Doutorando em Sustentabilidade pela USP; MBA Administração de Projetos; Especialista em Conforto Ambiental e Conservação de Energia pela FAU USP; Especialista em Marketing pela FGV; Arquiteto e urbanista pela PUC-PR; Professor de MBA de Inovação, Estratégia, Gestão de Projetos e Sustentabilidade, na FIA Business School.

Mariana Senna Sant’Anna: Diretora Jurídica, de Governança e Gestão de Riscos e Compliance, Governance Officer, Membro do Comitê de Sustentabilidade, da Even Construtora e Incorporadora; Mestre em Direito Público Urbanístico; Especialista em ESG pelo IBGC; Gestão Estratégica de Negócios, com ênfase em Recursos Humanos – ISE Business School – Universidade de Navarra.

Francesca Alzati: Arquiteta, designer e curadora; Diretora de identidade marca by Kamy; Referência em modelo de negócios sustentáveis; Destaque na sustentabilidade pela By Kamy Verde.

José Afonso Mazzon: Professor Titular em Administração de Marketing na FEA-USP; Pós-doutorado em Análise Multivariada de Dados junto ao CNAM – Paris; Referência em Machine Learning; Premiações nacionais e internacionais em marketing; Autor de livros em Marketing e de centenas de artigos publicados em periódicos no Brasil e exterior e em Anais de Congressos Científicos.

Rafael Kondlatsch: Gerente de Imprensa na usina hidrelétrica ITAIUPU Binacional; Mestre em Comunicação Midiática e Doutor em Comunicação pela Unesp; Autor de um livro sobre teoria do jornalismo, além de coletâneas e artigos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais.

Cínthia Souto: Mercadóloga, Especialista em Comunicação Corporativa, Sustentabilidade e ESG pela FIA Business School, Comunicação para ESG pela ESPM, Consultora de Comunicação, Sustentabilidade e ESG na Soul ESGS.

Kátia Perrone: Designer de interiores, co-fundadora e CEO da Decor Social, organização social que promove moradia saudável, para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Junto com a designer de interiores Lucy Amicón, mobilizam arquitetos, paisagistas e designers de interiores voluntários para planejar a reforma e decorar abrigos que acolhem crianças e adolescentes.
Assim, o evento busca fomentar a colaboração entre os diferentes atores do setor, estimular a adoção de práticas mais sustentáveis e contribuir para a construção de um futuro mais verde e resiliente para o Brasil.

A jornada de sustentabilidade tem o apoio da DW! Semana de Design, KAZA, ITAIPU Binacional, patrocínio da EVEN Construtora, Cosentino, by Kamy e Electrolux, apoio acadêmico-institucional do PROGESA – FIA Business School e realização da Soul ESGS.

SERVIÇO
1ª Jornada de Sustentabilidade para Arquitetura, Design e Construção
Data: 29 de agosto de 2024
Horário: das 8h às 13h15 (Welcome coffee das 8h às 8h45 / Coffee break das 10h45 às 11h15)
Local: FIA Business School, Av. Dra. Ruth Cardoso, 7.221 – Auditório/Mezanino – Pinheiros – São Paulo – SP
Ingressos à venda pelo Sympla: https://tinyurl.com/j6vzh9u8

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Ciência

Quando a anistia restrita é aplicada.

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A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

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Colunistas

GRINGOS – Club For Homme em FLoripa by Ivo Brandalise está todo repaginado e com muitas novidades para este verão, contará também com a presença de gringos e os homens mais belos do Brasil .

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Experiência PREMIUM: Além de latinos calientes; espanhóis, italianos, arabes, africanos e americanos por @na_ tela aguardam você com drinks  autorais, loft cinema e muito mais na maior sauna do Sul do país.

 

Florianópolis ferve. O verão chegou trazendo turistas internacionais, corpos esculturais e desejos à flor da pele. É nesse cenário que o Club For Homme by Ivo Brandalise se reinventa e se consolida como o endereço mais intenso e desejado da estação.

 

Totalmente repaginado, o clube recebe gringos de todas as partes do mundo e os homens mais belos do Brasil, criando uma mistura irresistível de sotaques, olhares e conexões. Latinos calientes, espanhóis sedutores, italianos charmosos, árabes misteriosos, africanos imponentes e americanos provocantes já circulam pelos corredores da maior sauna masculina do Sul do país.

 À frente dessa experiência está Ivo Brandalise, empresário que domina a arte de reunir pessoas, provocar encontros e transformar espaços em verdadeiros templos de liberdade e sofisticação.

 

O Club For Homme entrega muito mais do que se espera:

🔥 sauna seca e a vapor

🔥 bar com drinks autorais e marcas premium

🔥 fumódromo

🔥 cabines confortáveis e discretas

🔥 espaço cinema, duchas modernas e áreas cruising

 

Tudo pensado para estimular os sentidos, com máximo conforto, limpeza impecável e segurança absoluta.

  

Com uma agenda semanal cuidadosamente provocante, o Club For Homme promete noites intensas, encontros inesperados e experiências que ficam na pele… e na memória.

 

📍 Florianópolis …endereço: Rua General Bittencourt número  317.  centro de FLORIANÓPOLIS

📲 Informações e acesso via WhatsApp (48) 99629 0277

📸 Siga e acompanhe: @forhommesaunafloripa

 

Neste verão, a sauna não é apenas um lugar. É onde o desejo acontece.

Você vai resistir?

 Confira também em @na_tela by Miguel GREGÓRIO conteúdo com os homens mais belos do Brasil, diversos temas e pautas  importantes para comunidade  lgbtqia+ .

 

FONTE: Matéria Mathaus  Arabe Sanchez @math_arabe_sanchez

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ciência

Proteção ocular no verão: sete cuidados essenciais para evitar irritações e manter a visão saudável.

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Brasília entra no verão marcada por uma brusca mudança climática. Depois de enfrentar meses de baixa umidade — que em setembro costuma atingir níveis abaixo de 20%, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) — a capital passa, entre outubro e janeiro, para o período de chuvas intensas.

A umidade sobe rapidamente, chegam tempestades, o vento aumenta e as temperaturas permanecem elevadas, criando um ambiente que impacta diretamente a saúde dos olhos.

Com mais atividades ao ar livre, aumento da radiação UV e contato frequente com piscina, chuva, poeira e ar-condicionado, as irritações oculares tendem a crescer. Segundo o Ministério da Saúde, as conjuntivites — especialmente as de origem viral — costumam registrar maior circulação nessa época do ano, favorecidas pela combinação de calor, umidade e ambientes coletivos.

Diante desse cenário, o oftalmologista Marcelo Taveira explica sete cuidados fundamentais para atravessar a estação com mais segurança ocular.

  1. Priorizar óculos de sol com proteção UV real

Em Brasília, onde a incidência de radiação solar é alta durante todo o ano — com índices UV frequentemente classificados como “muito altos” ou “extremos”, segundo o Inmet — a proteção adequada é indispensável. Lentes escuras sem filtro UV dilatam a pupila e deixam entrar ainda mais radiação. A recomendação é adquirir óculos com garantia comprovada de proteção UVA e UVB.

  1. Evitar abrir os olhos dentro da piscina

Nas semanas mais quentes, piscinas públicas e de condomínios ficam lotadas. O cloro, usado em maior volume para dar conta da demanda, irrita a superfície ocular. Vermelhidão, ardência e conjuntivite química são comuns. Óculos de natação bem ajustados ajudam a prevenir queimaduras e inflamações.

  1. Cuidado redobrado no mar — e também na chuva forte

Brasília não tem mar, mas muitos brasilienses viajam para o litoral nesta época. Lá, o sal resseca os olhos e o vento carrega grãos de areia capazes de arranhar a córnea. Já na capital, as chuvas intensas arrastam poeira e poluentes, que podem entrar nos olhos e causar irritação. Após exposição, lavar o rosto com água limpa ajuda a minimizar danos.

  1. Manter as mãos limpas e evitar esfregar os olhos

O calor aumenta a transpiração e o contato das mãos com o rosto. Isso facilita a transmissão de vírus e bactérias — especialmente em ambientes compartilhados como shoppings, piscinas e academias. Esfregar os olhos pode machucar a córnea e piorar quadros alérgicos.

  1. Usar colírios lubrificantes quando houver ressecamento

Mesmo após o fim da seca, o ar-condicionado continua sendo um vilão comum no verão brasiliense, principalmente em escritórios e carros. Ele reduz a umidade do ar e acelera a evaporação da lágrima. Colírios lubrificantes devolvem o conforto. Já os vasoconstritores, que “tiram o vermelho”, devem ser evitados por mascararem o problema.

  1. Não compartilhar objetos pessoais

No verão, as conjuntivites virais tendem a se espalhar mais, devido ao contato próximo em festas, viagens e áreas de lazer. Toalhas, fronhas, óculos, maquiagens e máscaras de dormir devem ser de uso individual para evitar contaminação.

  1. Ficar atento aos sinais de alerta

Vermelhidão intensa, dor, secreção amarelada, sensibilidade à luz e visão borrada exigem avaliação imediata. “Muitos problemas comuns do verão têm solução simples; o que não pode acontecer é ignorar os sintomas”, reforça o oftalmologista Marcelo Taveira.

 

No período em que Brasília transita do clima seco extremo para chuvas volumosas, a atenção redobrada com os olhos torna-se essencial. Cuidados simples protegem contra lesões, desconfortos e infecções — permitindo aproveitar o verão, na capital ou no litoral, com mais saúde e segurança visual.

 

https://www.instagram.com/marcelotaveira.oftalmo/

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