Negócios
Marcelo Souza, da Industria Fox, alerta a necessidade de ações concretas para as mudanças climáticas apresentadas pela ONU
Com os novos alertas mundiais sobre as mudanças climáticas apresentadas recentemente pela ONU, a Indústria Fox, que atua no ramo de reciclagem industrial, alerta para a necessidade de mais ações concretas para que se busque um mundo mais sustentável de forma emergencial
Neste dia 17 de maio de 2023, onde se celebra o dia mundial da reciclagem, se acendeu novamente o sinal de alerta. A ONU – Organização das Nações Unidas – afirmou que o mundo irá enfrentar calor recorde até 2027.
O documento, publicado hoje aponta o fenômeno pela concentração ainda elevada de gases de efeito estufa que retêm o calor e pelo El Niño, que retorna com força. Existe a previsão de um calor recorde nos próximos 5 anos e a queda de chuvas na Amazônia.
Com base no alerta recente da Organização Meteorológica Mundial sobre o aumento das temperaturas e as mudanças no regime de chuvas, é evidente que enfrentamos um cenário climático desafiador. Essas alterações terão um profundo impacto em várias regiões do mundo, incluindo a Amazônia.
O CEO da Indústria Fox, Marcelo Souza, afirmou recentemente “Estamos caminhando quando deveríamos estar correndo”, a frase dele se fez atual e se deu por conta de um outro relatório da ONU, sobre as mudanças climáticas em março deste ano.
A Indústria Fox implementou com pioneirismo medidas rigorosas em suas operações. Desde a promoção de programas de reciclagem, a empresa caminha cada vez mais para incentivar a economia circular.
A empresa acredita na importância da cooperação entre setores para alcançar resultados significativos e duradouros.

Ao adotar uma abordagem sustentável e responsável, a Indústria Fox demonstra seu compromisso com a preservação do meio ambiente e a busca por soluções concretas para os desafios enfrentados pelas mudanças climáticas. A empresa se posiciona como uma líder na indústria, inspirando outras organizações a seguirem o mesmo caminho rumo a um futuro mais sustentável.
É fundamental que outras empresas se inspirem no exemplo da Indústria Fox e adotem medidas sustentáveis semelhantes, contribuindo para a construção de um mundo mais equilibrado. Somente por meio da cooperação e do compromisso coletivo poderemos enfrentar os desafios das mudanças climáticas e garantir um futuro sustentável para as gerações futuras.
Em março deste ano, houve a divulgação de um relatório de 37 páginas, divulgado pelas organizações das Nações Unidas (ONU) e afirma que a Terra deve atingir seu limite, ou “ponto de não retorno”, em 2030.
Assustadoramente, antes do esperado. O estudo também é um “guia de sobrevivência para a humanidade”. Segundo o relatório, as emissões de gases de efeito estufa precisam diminuir significativos 43% até 2030.
O tema de proteção climáticas vem sendo discutido desde a década de 70, mas ganhou mais relevância, nos últimos anos, principalmente com a agenda ESG. Um ponto muito importante dessa jornada de atenção com o clima, foi o Acordo de Paris, durante a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas 21 (COP), momento em que os governos estabeleceram a meta de limitar o aquecimento global em no máximo 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, contudo especialistas apontam no relatório que o mundo já aqueceu 1,1°C e deve ultrapassar os 1,5°C na década de 2030.
O que tenho sempre percebido, enquanto verbalizo sobre o assunto, em palestras, aulas e afins, é que muitas pessoas, tem a dificuldade de mensurar o impacto de 1,5°C. De fato, à primeira vista, parece que se trata de muito pouco, assim, gostaria lhe propor um exercício. Diz Marcelo Souza, CEO da Indústria Fox.
Souza diz ainda “Entre no seu carro, e feche todas as janelas, em seguida estabilize a temperatura de forma a lhe proporcionar um agradável conforto térmico. Em seguida, ajuste a temperatura em mais 1,5 °C. Certamente perceberá a diferença.”

“Ou seja, tudo depende da fronteira de análise e nesse caso a fronteira e a camada de ozônio global. Você pode imaginar que estamos falando de uma fronteira muito grande, de proporções praticamente inimagináveis na verdade, agora, de posse desse entendimento, imagine o volume de energia que está sendo liberada para o aumento dessa temperatura.”
Enquanto isso, temos que 79% das emissões globais de gases de efeito estufa vieram dos setores de energia, indústria, transporte e 22% da agricultura.
Observamos que a maior parcela, está em energia, indústria e transportes ou seja precisamos urgentemente, migrar para fontes de energias renováveis, uma indústria pautada e conceitos de circularidade e transportes com força motriz elétrica.
Agora, em um ambiente de guerra, gera-se uma expectativa muito grande para a COP28, que acontecerá em novembro em Dubai, principalmente uma vez que a última Conferência, deixou um gosto de retrocesso nos acordos de proteção climática.
Esperamos que sejam tomadas decisões eficazes e com pensamento coletivo pois o último relatório do IPCC, não se trata mais de um alerta da comunidade científica, mas trata-se do princípio mais básico sobrevivência. Ou mudamos a rota agora, ou nos restará a catástrofe. A emergência climática deu lugar a uma emergência humanitária.
Marcelo Souza, também é professor da PUC e autor do livro Economia Circular – O Mundo Rumo à Quinta Revolução Industrial.
Por: Marcelo Souza – CEO Indústria Fox, escritor e professor.
Linkedin Marcelo Souza: https://www.linkedin.com/mwlite/profile/in/-marcelo-souza- ?originalSubdomain=br
Mais sobre a Indústria Fox
Fundada em 2009, a Indústria Fox – Acredita em um Mundo Sustentável com o uso de novas Tecnologias – atua em reciclagem industrial com destaque para captação e tratamento de gases CFCs no Brasil, foi a primeira fábrica de produção reversa de refrigeradores na América do Sul e se tornou referência em gestão e solução de armazenagem, tratamento de gases CFCs, manutenção, reforma e reparo de equipamentos. A empresa se posiciona com programas próprios de economia circular, eficiência energética, além de processos de remanufatura e análises técnicas qualitativas de produtos e componentes. Com isso, é a única no Brasil a unir os três pilares de reciclagem, remanufatura e eficiência energética. Tudo isso alinhado com novas tecnologias e desenvolvimento de economia circular e indústria 4.0.
Serviço:
https://www.industriafox.com.br/
Destaque
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Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.
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Ciência
Proteção ocular no verão: sete cuidados essenciais para evitar irritações e manter a visão saudável.
Brasília entra no verão marcada por uma brusca mudança climática. Depois de enfrentar meses de baixa umidade — que em setembro costuma atingir níveis abaixo de 20%, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) — a capital passa, entre outubro e janeiro, para o período de chuvas intensas.
A umidade sobe rapidamente, chegam tempestades, o vento aumenta e as temperaturas permanecem elevadas, criando um ambiente que impacta diretamente a saúde dos olhos.
Com mais atividades ao ar livre, aumento da radiação UV e contato frequente com piscina, chuva, poeira e ar-condicionado, as irritações oculares tendem a crescer. Segundo o Ministério da Saúde, as conjuntivites — especialmente as de origem viral — costumam registrar maior circulação nessa época do ano, favorecidas pela combinação de calor, umidade e ambientes coletivos.
Diante desse cenário, o oftalmologista Marcelo Taveira explica sete cuidados fundamentais para atravessar a estação com mais segurança ocular.
- Priorizar óculos de sol com proteção UV real
Em Brasília, onde a incidência de radiação solar é alta durante todo o ano — com índices UV frequentemente classificados como “muito altos” ou “extremos”, segundo o Inmet — a proteção adequada é indispensável. Lentes escuras sem filtro UV dilatam a pupila e deixam entrar ainda mais radiação. A recomendação é adquirir óculos com garantia comprovada de proteção UVA e UVB.
- Evitar abrir os olhos dentro da piscina
Nas semanas mais quentes, piscinas públicas e de condomínios ficam lotadas. O cloro, usado em maior volume para dar conta da demanda, irrita a superfície ocular. Vermelhidão, ardência e conjuntivite química são comuns. Óculos de natação bem ajustados ajudam a prevenir queimaduras e inflamações.
- Cuidado redobrado no mar — e também na chuva forte
Brasília não tem mar, mas muitos brasilienses viajam para o litoral nesta época. Lá, o sal resseca os olhos e o vento carrega grãos de areia capazes de arranhar a córnea. Já na capital, as chuvas intensas arrastam poeira e poluentes, que podem entrar nos olhos e causar irritação. Após exposição, lavar o rosto com água limpa ajuda a minimizar danos.
- Manter as mãos limpas e evitar esfregar os olhos
O calor aumenta a transpiração e o contato das mãos com o rosto. Isso facilita a transmissão de vírus e bactérias — especialmente em ambientes compartilhados como shoppings, piscinas e academias. Esfregar os olhos pode machucar a córnea e piorar quadros alérgicos.
- Usar colírios lubrificantes quando houver ressecamento
Mesmo após o fim da seca, o ar-condicionado continua sendo um vilão comum no verão brasiliense, principalmente em escritórios e carros. Ele reduz a umidade do ar e acelera a evaporação da lágrima. Colírios lubrificantes devolvem o conforto. Já os vasoconstritores, que “tiram o vermelho”, devem ser evitados por mascararem o problema.
- Não compartilhar objetos pessoais
No verão, as conjuntivites virais tendem a se espalhar mais, devido ao contato próximo em festas, viagens e áreas de lazer. Toalhas, fronhas, óculos, maquiagens e máscaras de dormir devem ser de uso individual para evitar contaminação.
- Ficar atento aos sinais de alerta
Vermelhidão intensa, dor, secreção amarelada, sensibilidade à luz e visão borrada exigem avaliação imediata. “Muitos problemas comuns do verão têm solução simples; o que não pode acontecer é ignorar os sintomas”, reforça o oftalmologista Marcelo Taveira.
No período em que Brasília transita do clima seco extremo para chuvas volumosas, a atenção redobrada com os olhos torna-se essencial. Cuidados simples protegem contra lesões, desconfortos e infecções — permitindo aproveitar o verão, na capital ou no litoral, com mais saúde e segurança visual.
https://www.instagram.com/marcelotaveira.oftalmo/
Cultura
Fernando Boi, o sambista que traduz em sua música o amor, a consciência social e a modernidade.
O cantor lança neste domingo (26), em todas plataformas de streaming e em seu site oficial, os álbuns “Urbano” e “Consciência”, obras que abordam questões atuais de maneira sensível e impactante
Em uma trajetória que atravessa duas décadas, o cantor, compositor e sambista Fernando Boi construiu uma carreira sólida marcada por uma ligação profunda com suas raízes, um processo criativo fascinante e uma discografia que traduz sentimentos, vivências e questionamentos da sociedade. Agora, neste domingo, 26 de janeiro, Fernando dá um passo importante em sua jornada no meio musical ao lançar dois álbuns complementares: “Urbano” e “Consciência”, obras que, juntas, reforçam sua relevância no cenário do samba brasileiro. As obras estarão disponíveis nas principais plataformas de streaming e em seu site oficial, www.fernandoboisamba.com.br.
Os álbuns “Urbano” e “Consciência”, complementares em seus temas e arranjos, abordam questões atuais de maneira sensível e impactante. “Urbano”, como o nome sugere, explora as complexidades da vida nas grandes cidades. “Falo das modernidades virtuais, principalmente da relação com as redes sociais, das dificuldades financeiras, da simplicidade, da vida boêmia, da malandragem e do amor”, explica o cantor. Com arranjos assinados pelo pianista Higor Alves, o álbum apresenta uma linguagem contemporânea e uma musicalidade rica que dialoga com a vida urbana e seus desafios.

Já “Consciência” mergulha em questões sociais, políticas e ambientais. “Falo da natureza, da diversidade, da miscigenação, da consciência do amor próprio, do respeito à natureza. É uma obra que busca despertar o ser humano para o meio ambiente, para a aceitação de coisas que não se pode mudar, das relações humanas e a importância de cuidar de si e da vivência do samba”, destaca Fernando.
Lançados juntos, os dois álbuns se complementam de forma intencional, oferecendo ao público uma experiência profunda e reflexiva. A inspiração para os álbuns, segundo Fernando, é a vida humana, a importância da preservação do meio ambiente, do respeito a diversidade e o amor.
Com 20 faixas no total, as músicas trazem temáticas que vão desde a boemia das cidades até o apelo pela preservação do planeta, sempre com uma poesia rica e arranjos sofisticados. “Espero que, entre essas 20 músicas lançadas nos dois álbuns, pelo menos um toque o coração das pessoas e desperte uma nova consciência para o milagre da vida e para nossa responsabilidade coletiva de cuidar da saúde mental e preservação do nosso planeta”, completa o artista.
De Goiânia para o mundo
Nascido na Vila São José, em Goiânia, Fernando Marques Faustino, carinhosamente conhecido como Fernando Boi, cresceu em meio à influência musical de sua mãe, Dona Leonice, que embalava a rotina da família com clássicos do samba e da MPB. “Minha mãe tinha um gosto peculiar pelo samba. Paulinho da Viola, Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Beth Carvalho eram presenças constantes em nossa casa. Isso certamente foi minha primeira e mais marcante influência no samba”, relembra Fernando.
Para ele, o samba é mais do que um gênero musical, é um agente de transformação social e política. “O samba sempre foi um agente transformador na sociedade. Ele tem um papel fundamental de contestação e de transformação da sociedade, principalmente no campo político. Não há isenção no samba politicamente. O samba não é uma música apenas de entretenimento. Ele é dinâmico, faz acontecer mudanças na sociedade e está intimamente ligado com a realidade brasileira, seja registrando o nosso cotidiano, seja como agente modificador. É um patrimônio brasileiro que brota em cada Estado e cidade do Brasil e extrapola as fronteiras, conferindo identidade ao povo brasileiro, com o poder de comunicação da arte”, reflete o sambista.
Ainda jovem, ele mergulhou de vez no universo do samba, frequentando rodas de samba e absorvendo a essência desse patrimônio cultural brasileiro. Essa paixão inicial se transformou em uma carreira brilhante, marcada pelo lançamento de diversos álbuns, singles e a realização de shows e festivais que o consagraram como um dos grandes nomes do gênero no estado de Goiás.
Ao longo de sua caminhada, Fernando lembra que enfrentou desafios importantes, que lhe trouxeram muitos ensinamentos e lhe permitiram a construção de uma discografia rica e variada, na qual Fernando explora temas como amor, questões sociais, natureza e a vivência humana. Apesar das dificuldades, ele mantém uma produção constante e criativa, o que faz de sua obra um testemunho da resistência e da força do samba no Brasil contemporâneo.
Mantendo-se fiel às tradições do samba, Fernando busca também atualizá-lo, trazendo uma linguagem moderna e conectada aos tempos atuais. “Tento manter viva as tradições do samba, fugindo das banalidades e primando pela poesia, mas sempre atento e de olho na linguagem moderna, para comunicar com uma juventude sedenta de coisas novas. É um trabalho de garimpeiro e bem amplo, mas compensa cada gota de suor. Sinto que muita gente gosta do meu trabalho e procura aprofundar no universo do samba em razão desses estímulos que faço através da minha música. Isso me deixa muito feliz e realizado”, afirma.
E o processo criativo, como Fernando mesmo descreve, é uma espécie de “tempestade divina”. As ideias surgem de forma inesperada, seja em momentos do cotidiano ou até mesmo durante os sonhos. “Já acordei no meio da noite com músicas prontas na cabeça. Corro para gravar no celular antes que desapareçam”, revela.
Esse fluxo criativo é transformado em obras musicais produzidas em parceria com o pianista e produtor Higor Alves. “O Higor tem um talento ímpar e contribui com arranjos magníficos, que eleva cada faixa a um nível superior. Ele é um parceiro essencial nesse processo”, afirma o cantor.
Sonhos, projetos e legado
Com 20 anos de carreira, Fernando é grato pelas conquistas em sua trajetória. “Sou muito feliz por tudo que o samba me proporcionou até hoje. Tenho orgulho de ter participado de festivais e encontros maravilhosos”, afirma.
Mas apesar das conquistas até aqui, ele afirma que ainda tem muitos planos para o futuro. Entre eles estão a gravação de novas composições, a realização de turnês pelo Brasil e pelo exterior, a produção de DVDs e até mesmo o lançamento de um musical. “Quero gravar as inúmeras músicas autorais que tenho prontas, compor novas, gravar obras de outros compositores, principalmente aqueles que não foram muito gravados ou conhecidos, realizar a divulgação do trabalho já realizado através de shows, manter a constância de rodas de samba e apresentações na minha cidade”, declara.
Recentemente, sua música começou a ganhar destaque internacional, com o álbum “As Faces do Amor” sendo lançado no Japão em parceria com a produtora @tudomudamusic. Esse é apenas o início de uma jornada que promete levar o samba de Fernando Boi a novos públicos e culturas. “Muita coisa já foi feita e temos muita coisa por fazer. Vamos trabalhar para isso! É sempre bom mostrar a diversidade do samba, da música, da arte e do Brasil”, afirma.
Quando questionado sobre o legado que deseja deixar, Fernando é claro: “Gostaria que minha música fosse lembrada como uma voz preocupada com as relações sociais, com o planeta, com a existência humana. Quero que ela sirva de consolo para quem sofre, que inspire o amor, a empatia e o cuidado com o mundo”, conclui.
FONTE
Assessoria de Imprensa:
Aldair dos Santos (34) 99108-3995
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