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Do tempo do fogão à lenha ao atual: o que esperar da evolução dos eletrodomésticos para a cozinha brasileira

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Consumidores modernos prezam por aparelhos que proporcionem economia e praticidade

Belo Horizonte, maio de 2023 –  Você abre a geladeira, tira o pacote de frango já cortado e coloca na air fryer para assá-lo em questão de minutos. Enquanto isso, você prepara o arroz no cooktop e descongela alguns legumes no microondas. Agora, imagine se precisasse sair de casa para acessar a área da cozinha, acender o fogão à lenha e correr atrás de alguma galinha no quintal para depená-la e cozinhá-la durante horas. Era assim a rotina das cozinheiras brasileiras antes da invenção dos eletrodomésticos disponíveis hoje em dia. 

Antes da eletricidade, as cozinhas brasileiras eram construídas do lado de fora das casas, para evitar o calor dos fogões à lenha e o odor das sobras de alimentos. As mudanças mais significativas só ocorreram na segunda metade do século 19. Com a construção da rede de abastecimento de água a domicílio, em 1876 no Rio de Janeiro, as cozinhas passaram a ser parte das residências. 

Com a invenção da energia elétrica, não tardou para a evolução dos eletrodomésticos deslanchar. No início do século 20, o palácio do governo de São Paulo instalou o primeiro fogão a gás que se tem história no Brasil. Em 1928, as geladeiras elétricas já eram populares entre os norte-americanos. Algumas décadas depois, o microondas passou a ser comercializado no mundo. Era o início de uma era facilitada pela tecnologia. 

Tempos modernos 

Airfryers, cooktops, batedeiras e panelas automatizadas. Longe dos tempos de fogão feito a barro e acendido com lenha, os eletrodomésticos de hoje em dia trazem maior praticidade na hora de cozinhar e limpar. O que garante uma economia naquilo que se tornou um bem precioso atualmente: o tempo. 

Essa busca atual pelos consumidores pode ser vista entre os aparatos domésticos mais vendidos pelo e-commerce Bela Magazine: Cooktop 5 bocas, Cooktop 5 Bocas Tripla Chama e Air Fryer Oven 12L.  “O que percebemos hoje é que os eletrodomésticos mais buscados no nosso site são aqueles que garantem praticidade no dia a dia, seja ela uma maior facilidade para limpar depois do uso ou um modo de preparo mais rápido”, afirma Marcos Aurélio CEO da Bela Magazine. 

A redução do gasto com energia elétrica também é uma grande preocupação entre os brasileiros. De acordo com levantamento feito pela Empresa de Pesquisa Energética, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, o consumo de energia elétrica das residências em 2023 foi de 13.311 GWh em janeiro, representando um aumento de 1,8% em comparação ao mesmo mês de 2022.

“Se compararmos uma air fryer com um forno elétrico, vemos que a principal vantagem da air fryer é um menor tempo de cozimento do alimento, o que acaba refletindo na conta de energia elétrica. Hoje percebemos esse interesse dos nossos clientes em eletrodomésticos que não só poupam tempo no dia a dia, como também garantem uma economia de energia”, ressalta Marcos Aurélio. 

Sobre a Bela Magazine

Fundada em 2018, a Bela Magazine é um e-commerce que busca oferecer uma gama de produtos para o lar: móveis (cozinha, escritório e quarto infantil), eletrodomésticos, malas de viagem, tecnologia e itens de utilidades domésticas. Tudo isso aliado a preços acessíveis, qualidade, design e atendimento personalizado pelo site

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Destaque

Criação de lojas online e sites é com a Mox Mídia.

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Hoje em dia, podemos afirmar que é fundamental ter um site profissional para vender online seus produtos e serviços, além de contextualizar o público sobre a sua empresa. Além disso, para grande parte dos negócios, o segmento online representa uma quantidade significativa das vendas, tanto orgânicas quanto via campanhas.

Na Mox Mídia, toda a nossa inteligência tecnológica é voltada a desenvolver produtos ou sistemas para suprir a necessidade dos nossos clientes. Criar um website ou um sistema de gestão requer muito mais do que uma ideia ou uma equipe de programadores. Requer um time que analise os seus processos, entenda suas necessidades e construa uma solução definitiva para o seu problema.

Um website precisa ter um conteúdo único, explicativo, vendedor e bem escrito. Mas não podemos esquecer de manter a estrutura perfeito para buscadores. Este é o segundo fator mais importante para o sucesso da sua empresa no Google.

Nossa preocupação é construir uma base sólida para humanos e para a máquina, seguindo uma semântica ideal para indexar o seu site e trazer bons resultados orgânicos.

Um grande aumento nas vendas online. Uma empresa que destaca-se  em  criação de lojas online e sites á a Mox Mídia do Brasil.

 

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Telefone/ Whatsapp: (41) 9 9735-5599

 

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Internacional

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Ciência

Quando a anistia restrita é aplicada.

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A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

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