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Economia

Livro lançado em Maio surge com temática de redução de impostos com dicas e estratégias na tributação e contabilidade

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A capital baiana se tornará palco de uma discussão crucial sobre Contabilidade & Tributação com o lançamento do livro “Tributação e Contabilidade: Estratégia Para Redução de Impostos.” Escrito pela autora Daiana Paixão e um time de coautores especializados no assunto.

O livro apresenta um conhecimento técnico, prático de quem vive e vivencia diariamente a ciência da contabilidade. Oportunizando novas personas da ciência, como os recém- formados na área tributária e contábeis. Trazendo contextualização para fortalecimento dos saberes dos acadêmicos.

Editado pela renomada editora Alta Performance, escrito em capítulos pelos coautores: Ana Paula Hurts, Célia Sacramento, Elisangela Fernandes, Isabela Ventura, Inamarcia Gonzalez, Jenniker de Almeida, Mariana Aras Gomes, Marcelo Pinho, Michelle Alexandrino, Paulo Henrique Santos, Sandoval Costa Neto, Rozilene de Jesus e Tainá Pereira. Todos com sua expertise no assunto.

O lançando acontece dia 20 de maio deste ano, às 18h30, no auditório do Conselho Regional de Contabilidade da Bahia, em Salvador.

“Será uma noite enriquecedora, repleta de insights fiscais e orientações práticas. A leitura será o cenário perfeito para a troca de conhecimentos sobre as últimas estratégias tributárias. Um convite imperdível para todos que buscam otimizar a gestão financeira e tributária de seus negócios.” – Afirma a autora Daiana Paixão.

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Ciência

As novas gerações e o futuro dos negócios

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Carlos Jr., CEO da rede Frango no Pote, que assumiu a empresa aos 19 anos e a lidera com sucesso aos 25, faturando R$ 110 milhões em 2023, destaca a importância da tecnologia e da sustentabilidade na construção de um futuro econômico sólido.

Brasil, julho de 2024: As novas gerações estão transformando o cenário dos negócios e do mercado de trabalho, desafiando as normas tradicionais e adotando novas abordagens impulsionadas pela tecnologia e inteligência artificial (IA). No entanto, essa transformação também traz desafios, como a diminuição da motivação para empreender e estudar, além de questionamentos sobre a sustentabilidade econômica futura.

Estudos recentes mostram que as novas gerações, incluindo Millennials e Geração Z, estão menos inclinadas a seguir caminhos tradicionais de empreendedorismo e educação formal. Uma pesquisa da Gallup revelou que apenas 28% dos Millennials se consideram engajados no trabalho, em comparação com 32% dos Baby Boomers. Além disso, o aumento das dívidas estudantis e o custo elevado de vida estão desmotivando muitos jovens a buscar educação superior e a iniciar novos negócios.

“Os jovens estão enfrentando uma série de desafios econômicos que tornam o empreendedorismo e a educação menos atraentes,” comenta Carlos Jr., empresário e CEO de rede de franquias de fast food, Frango no Pote. “Eles estão mais cautelosos e buscam segurança financeira em empregos tradicionais, apesar da crescente oferta de ferramentas e recursos para novos empreendedores.”

A tecnologia e a IA estão revolucionando o mercado de trabalho, criando novas oportunidades, mas também eliminando empregos tradicionais. De acordo com o World Economic Forum, até 2025, 85 milhões de empregos poderão ser substituídos pela automação, enquanto 97 milhões de novos empregos surgirão adaptados à nova divisão do trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos.

“As novas gerações são nativas digitais, o que significa que estão mais confortáveis e adeptas a utilizar tecnologias emergentes,” continua Carlos. “No entanto, há uma necessidade crescente de requalificação profissional para se adaptar a um mercado de trabalho em constante evolução.”

CEO da rede Frango no Pote há 6 anos, Jr. compartilha sua experiência: “Assumi a empresa aos 19 anos, inspirado pelo meu pai e pelo seu espírito empreendedor. Apesar das dificuldades, mergulhei de cabeça no mundo dos negócios. Hoje, aos 25 anos, nossa marca faturou R$110 milhões somente em 2023. Diante disso vi que todo o meu sucesso ou fracasso esteve em minha mãos, ou era eu ou era eu.”

O futuro da economia dependerá de como empresas, governos e indivíduos se adaptam às mudanças tecnológicas e sociais. A transição para modelos de negócios mais sustentáveis, como a economia circular e a economia compartilhada, é uma tendência crescente. Empresas como Tesla e Unilever estão liderando o caminho, demonstrando que é possível alinhar lucro com propósito.

Carlos Jr. destaca: “A sustentabilidade é uma prioridade para nós. Implementamos práticas de economia circular em nossas operações, desde a produção até a entrega, minimizando desperdícios e promovendo a responsabilidade ambiental.”

Apesar das barreiras, como o acesso ao financiamento e a burocracia, as novas gerações estão encontrando maneiras inovadoras de navegar no mercado. Plataformas de crowdfunding e programas de microcrédito estão democratizando o acesso ao capital. Além disso, o uso de big data e IA para prever tendências de mercado oferece novas oportunidades para negócios inovadores e adaptativos.

“A combinação de tecnologia, inovação e um enfoque sustentável é a chave para o futuro dos negócios,” conclui Carlos Jr.. “Com as ferramentas certas e um apoio adequado, as novas gerações têm o potencial de transformar a economia global de maneira positiva.”

O empresário reforça: “É essencial que os jovens empreendedores acreditem no seu potencial e utilizem todas as ferramentas disponíveis para inovar e crescer. O futuro dos negócios está nas nossas mãos, e devemos moldá-lo com coragem e responsabilidade.”

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Economia

Aumento no transporte rodoviário de cargas na Região Centro Oeste traz aumento no PIB e crescimento demográfico

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Nos últimos meses, o setor de transporte rodoviário de cargas fracionadas tem demonstrado um crescimento significativo nas rotas que ligam São Paulo à região Centro Oeste. Segundo Célio Martins, gerente de novos negócios da Transvias, houve um aumento expressivo no volume de consultas e movimentações nessas rotas. “Estamos observando um crescimento robusto, especialmente nas rotas para Sinop, Sorriso e Goiás. Isso reflete uma retomada econômica, crescimento demográfico e claro  um aumento na demanda por transporte de cargas fracionadas nessas regiões”, afirma Martins.

O PIB do setor de Transporte, Armazenagem e Correios cresceu 1,2% no primeiro trimestre de 2023, um indicador da vitalidade do setor. Este crescimento, comparado ao aumento da atividade econômica brasileira de 1,9% no mesmo período, sugere uma contribuição significativa do setor para a economia do país . A importância do investimento contínuo na malha rodoviária é corroborada pela Pesquisa CNT de Rodovias 2023, que aponta para a necessidade de ações que garantam a reconstrução, restauração e manutenção das estradas, essenciais para a sustentabilidade do setor.

Nos últimos anos, os municípios de Sorriso (MT), Sinop (MT) e Goiânia (GO) têm mostrado um expressivo crescimento demográfico e econômico, o que tem aumentado significativamente a demanda por serviços de transporte rodoviário de cargas. Esses fatores são interligados, uma vez que o desenvolvimento econômico atrai mais habitantes e, por consequência, eleva a necessidade de infraestrutura de transporte eficiente.

Sorriso-MT

Sorriso, conhecida como a “Capital Nacional do Agronegócio”, tem um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente R$ 6,23 bilhões, o que a coloca entre as maiores economias do Mato Grosso. Entre janeiro e abril de 2024, o número de consultas no município aumentou 80,25% em comparação ao mesmo período de 2023, indicando um forte crescimento demográfico e econômico. Com uma população estimada em 110.635 habitantes em 2022, Sorriso é um polo agrícola, especialmente na produção de soja e milho​.

Sinop-MT

Sinop também se destaca como um importante centro agrícola e industrial do estado. Com um PIB de R$ 6,59 bilhões, a cidade experimentou um crescimento de 95,94% no número de consultas no primeiro quadrimestre de 2024 em relação ao mesmo período de 2023. Sinop é um ponto estratégico para o escoamento de grãos, sendo fundamental na logística de transporte rodoviário​.

Goiânia-GO

Goiânia, capital de Goiás, teve um crescimento impressionante de 111,29% no número de consultas no mesmo período. Com uma economia diversificada e um PIB robusto, a cidade é um centro regional de serviços e comércio. A infraestrutura rodoviária de Goiânia é crucial para conectar a cidade com o restante do país, facilitando o transporte de mercadorias e contribuindo para seu desenvolvimento econômico​.

Célio Martins, gerente de novos negócios na Transvias, destaca a importância do transporte rodoviário no desenvolvimento dessas regiões: “O crescimento dessas cidades está diretamente ligado à eficiência do transporte de cargas. A demanda crescente por transporte reflete o dinamismo econômico dessas regiões. A melhoria na infraestrutura rodoviária é essencial para sustentar esse crescimento.”

Contudo, o crescimento econômico não se restringe apenas a essas cidades. O estado de Mato Grosso liderou o crescimento econômico no país, com um aumento de 10,6% no PIB em 2023, impulsionado principalmente pelo setor agropecuário. Mato Grosso do Sul também apresentou um crescimento robusto de 6,6%, enquanto Goiás continua a expandir sua economia com uma forte base agrícola e industrial​.

“O crescimento demográfico e econômico em Sorriso, Sinop e Goiânia reflete um desenvolvimento mais amplo na região Centro-Oeste do Brasil. A demanda por transporte rodoviário está intimamente ligada a esse crescimento, e investimentos contínuos em infraestrutura são cruciais para sustentar o desenvolvimento econômico e atender às necessidades de uma população em expansão”, finaliza Célio.

Sobre o Transvias

Fundado em 1951, o Transvias se consolidou como o principal guia de transportes do Brasil. Com a missão de facilitar o redespacho de carga em todo o território nacional e no Mercosul, o Transvias é uma ferramenta indispensável para conectar indústrias, comércios e transportadoras. O guia oferece uma plataforma abrangente, tanto em sua versão impressa, que circula semestralmente, quanto na sua versão online, sempre atualizada.

O Transvias mantém um extenso cadastro atualizado com mais de 12 mil transportadoras, cobrindo mais de 1.4 milhão de rotas em todo o país. Esta rede extensa permite uma eficiente conexão entre transportadoras e clientes em todos os estados do Brasil, aumentando a eficácia e agilidade nas transações comerciais e no transporte de cargas. Especializado no transporte de cargas fracionadas, o Transvias atende à crescente demanda de empresas e indivíduos que necessitam de transporte para quantidades menores de produtos. Este sistema é crucial para setores como e-commerce, varejo e indústria, e oferece vantagens como transparência nas negociações de frete e eficiência na entrega de mercadorias.

O Transvias desempenha um papel vital na economia brasileira, facilitando não apenas transações comerciais, mas também contribuindo significativamente para o crescimento econômico do país. O mercado de carga fracionada, essencial no setor logístico brasileiro, representa cerca de 61% do total do transporte de cargas no país, com um movimento anual de mais de U$70 bilhões.

Para mais informações, visite o site do Transvias:  https://www.transvias.com.br

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Classificado de Imóveis

De endividado a milionário: saiba como o empresário Helder Zebral saiu da pobreza e se tornou um dos principais homens de negócios do Brasil

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Desde os humildes recantos do interior de Goiás até os corredores do mundo empresarial, a jornada de Helder Zebral é uma prova da resiliência e da determinação humana. Nascido em um lar de privações, ele superou os desafios que a vida lhe impôs e se tornou um empresário em ascensão do Brasil.

A história de Helder começa em Luziânia, onde aos seis anos de idade teve que enfrentar a ausência do pai e as dificuldades financeiras que assolavam sua família. Com a partida precoce do pai, Helder, o mais velho de quatro irmãos, viu-se diante de uma responsabilidade que a vida impôs. Sua mãe, uma lavadeira de roupas, lutava para sustentar a família, enquanto ele, com apenas seis anos, entregava as roupas para complementar a renda familiar.

Mas a determinação de Helder era incomparável, mesmo com a pouca idade, ele encontrou oportunidades onde outros apenas viam obstáculos. De vender pastéis nos prostíbulos de Luziânia durante a construção de Brasília até trabalhar como trocador de ônibus na Anapolina, empresa que prestava o serviço de transporte público na cidade, sua jornada foi marcada por um trabalho incansável.

Aos 14 anos, Helder mudou-se para Brasília, onde continuou a trilhar um caminho cheio de obstáculos. Trabalhando como chapeiro em uma lanchonete, ele enviava dinheiro para sua mãe e irmãos para ajudar a sustentar a família, mesmo jovem, já tinha preocupações de um pai de família. Dormindo na sobreloja da lanchonete, ele sacrificou seu conforto em prol do bem-estar de seus familiares.

Seu percurso profissional foi uma saga de altos e baixos, mas foi em um encontro casual em um boteco que sua vida tomou um rumo diferente. Convidado a vender um cursinho de informática, mesmo sem qualquer experiência nesse campo, Helder aceitou o desafio. E foi assim que, contra todas as probabilidades, ele encontrou o sucesso.

“Eu tive uma marcenaria naquela época inflacionária e é lógico que não deu muito certo. O negócio durou três anos. Aí veio a grande virada de mesa e grande virada da minha história. Eu conheci uma pessoa num boteco tomando uma cerveja e essa pessoa me convidou para trabalhar com ele vendendo um cursinho de informática nas cidades do Brasil. Eu falei para ele, olha, eu sou marceneiro, nunca liguei um computador, nunca vi um computador na vida”, revelou.

Com determinação e visão de negócios, Helder transformou uma oportunidade improvável em um império empresarial. Da Pró-Educar, a maior empresa de software educacional do Brasil na época, até se tornar sócio da renomada rede de churrascarias Porcão, sua trajetória é um exemplo inspirador de sucesso conquistado através do trabalho árduo e da resiliência.

Com dois meses de trabalho, ele já tinha ganhado bastante dinheiro, com seis meses já tinha comprado tudo que queria, como roupas boas, carro bom, e com um ano e meio, comprou o primeiro apartamento. Com quase dois anos, ele conseguiu comprar 50% da empresa, e com dois anos, comprou 100% da empresa, foi quando criou uma empresa chamada Pró-Educar, isso há quase 30 anos, e na ocasião, era a maior empresa de software educacional do Brasil.

“Eu fiz mais de 200 municípios, 200 escolas, você vê que a ironia do destino: um analfabeto montar uma empresa altamente revolucionária na época de softwares educacionais. Foi aí começou essa grande história, aí foi mais um sucesso empresarial, eu comecei por aí. Depois, com dez anos eu fechei essa empresa, e fui ser sócio parceiro de uma rede de churrascaria do Brasil inteiro chamada Porcão, foi um outro sucesso total, depois eu fui manter uma empresa de aplicativo de emprestar dinheiro”, contou.

Para ele, o segredo do sucesso, de um homem de negócio é ser trabalhador. Ele afirma que não tem milagre quando tem preguiça, porque a preguiça é inimiga do sucesso. Segundo Helder, além de ser trabalhador, é preciso ter muito foco e ter visão do negócio: conhecer o negócio, entender do marketing do negócio, para quem vende, de quem compra, qual público que quer atingir, qual é o objetivo de ganho, qual o objetivo de margem de negócio. Detalhes fundamentais que podem resultar no sucesso.

“Eu acho que não tem muito segredo e eu não acredito em sorte nos negócios. Eu acredito em foco, sabedoria, muita resiliência e muita humildade naquilo que você se propõe a fazer. Esse para mim é o grande segredo do negócio”, pontua Helder.

Atualmente, Helder desfruta não apenas dos frutos de seu trabalho, mas também de sua generosidade e humanidade. Pai de três filhos, ele dedica seu tempo aos negócios, à família e aos amigos. Sua jornada reflete determinação e dedicação.

“Sou uma pessoa muito humana e generosa. Ajudo muito meus familiares e as pessoas que eu gosto. Faço isso sem receber nada em troca e vejo que isso é o mínimo que a gente faz quando alcançamos um certo sucesso intelectual ou financeiro, sem nunca ter estudado ou ter tido algum apoio da família. Eu acho que é Deus e faço a minha parte”, finaliza Helder.

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