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Streaming: A Nova Fronteira para Marcas Conquistarem Públicos Engajados

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O boom do streaming, exemplificado pela cobertura inovadora da CazéTV nas Olimpíadas de 2024, sinaliza uma mudança significativa no consumo de mídia, abrindo portas para que marcas aproveitem essa plataforma como uma forma poderosa e eficaz de se conectar com seus públicos-alvo. À medida que mais consumidores migram da TV tradicional para plataformas digitais, o streaming se consolida como uma mídia essencial, oferecendo às marcas novas maneiras de interagir com audiências altamente segmentadas e engajadas.

Tatiana Dejavite, especialista em mídia e diretora executiva da Star no Mundo, enfatiza como o streaming pode transformar a estratégia de marketing das marcas: “O streaming é mais do que uma simples plataforma de transmissão; é um ecossistema dinâmico onde as marcas podem criar experiências ricas e personalizadas para seus consumidores. A capacidade de segmentar audiências de forma precisa e de oferecer conteúdos alinhados aos interesses específicos de cada grupo faz do streaming uma ferramenta indispensável para qualquer marca que deseja se destacar no ambiente digital.”

Oportunidades para Marcas no Streaming

As marcas que desejam capitalizar sobre o crescimento do streaming devem considerar várias estratégias para maximizar sua presença e impacto nessa plataforma:

  1. Criação de Conteúdo Original: Desenvolver conteúdo original que ressoe com os valores e interesses do público-alvo pode diferenciar uma marca no competitivo mercado digital. Com a penetração da TV conectada crescendo 33 pontos percentuais entre 2017 e 2023, segundo pesquisa da Kantar IBOPE Media​, o alcance desse conteúdo é cada vez mais significativo, abrangendo diversos dispositivos e contextos de consumo​.
  2. Anúncios Nativos e Interativos: Diferente da publicidade tradicional, o streaming permite a criação de anúncios nativos que se integram perfeitamente ao conteúdo que o usuário está consumindo. “As marcas podem criar experiências publicitárias que não interrompam o fluxo de visualização, mas que, ao contrário, complementam e enriquecem a experiência do usuário,” explica Dejavite. Além disso, os anúncios interativos têm mostrado maior taxa de engajamento e lembrança de marca, com 74% dos consumidores pesquisando produtos após vê-los em anúncios de streaming, de acordo com a pesquisa da Magnite.
  3. Segmentação e Personalização: Uma das maiores vantagens do streaming é a capacidade de coletar e analisar dados detalhados sobre o comportamento do usuário. Em 2023, 44% do público de VOD afirmou usar apenas o período gratuito do provedor, trocando de plataforma logo em seguida, segundo estudo da Kantar IBOPE Media​. Isso permite que as marcas personalizem suas campanhas de marketing para grupos específicos de consumidores.
  4. Parcerias e Patrocínios: Associar a marca a eventos de grande porte, como as Olimpíadas, por meio de patrocínios em plataformas de streaming, pode ampliar significativamente a visibilidade e a credibilidade da marca. A Caze TV, por exemplo, ofereceu uma cobertura diferenciada que atraiu milhões de espectadores, e as marcas que se associaram a essa transmissão puderam beneficiar-se do engajamento massivo.
  5. Live Commerce: Uma tendência crescente no streaming é o live commerce, onde marcas podem promover produtos em tempo real durante transmissões ao vivo, permitindo que os espectadores comprem diretamente enquanto assistem. “Essa integração entre conteúdo e e-commerce oferece uma oportunidade única para marcas converterem visualizações em vendas instantâneas,” afirma Tatiana.

O Futuro do Marketing no Streaming

À medida que o streaming continua a evoluir, as marcas que se adaptarem rapidamente a essa nova realidade serão as que mais colherão benefícios. O mercado global de streaming de vídeo, avaliado em aproximadamente USD 106,83 bilhões em 2023, deve crescer a uma taxa anual composta de 21,5% até 2030, conforme dados do eMarketer​. No Brasil, o consumo de CTV, ou TV Conectada, já alcançou 74,3% das residências, de acordo com a Kantar IBOPE Media​, reforçando o papel dessa mídia na estratégia de marketing.

Outro dado relevante é o fato de que o conteúdo ao vivo gera 37% mais engajamento em comparação com vídeos pré-gravados​, o que oferece uma vantagem significativa para as marcas que desejam aumentar a interação com seus públicos. Com a maior penetração de dispositivos e a evolução dos modelos de consumo, o streaming não é apenas uma tendência, mas uma realidade consolidada.

O sucesso da CazéTV durante as Olimpíadas mostra que o futuro da mídia está cada vez mais centrado em experiências digitais personalizadas e interativas. “O streaming oferece uma plataforma onde a marca pode não apenas ser vista, mas vivenciada. Esse tipo de conexão é o que diferencia marcas bem-sucedidas das que ficam para trás,” conclui Tatiana Dejavite.

Com a consolidação do streaming como um dos principais meios de consumo de conteúdo, as marcas têm agora uma oportunidade sem precedentes de criar laços mais profundos e significativos com seus públicos, aproveitando as vastas possibilidades oferecidas por essa mídia em constante crescimento.

Sobre Tatiana Dejavite

Tatiana é uma renomada especialista em mídia e publicidade com mais de uma década de experiência no setor. Formada em Comunicação Social e com pós-graduação em Neuromarketing, Tatiana construiu uma carreira sólida em grandes agências como WMcCann, DM9, Wieden+Kennedy, JWT e Suno, atendendo marcas icônicas como Chevrolet, Vivo, BRF, Diageo, Mondelez, Unilever, Santander e iFood. Premiada internacionalmente, Tatiana fundou a Star no Mundo em 2020, onde aplica sua visão estratégica para potencializar a comunicação de empresas e pessoas. Professora da ESPM desde 2023, ela ministra cursos de extensão em planejamento de mídia e mídia exterior, contribuindo para a formação da próxima geração de profissionais da área.

Sobre Star no Mundo

A Star no Mundo é uma empresa de mídia moderna fundada em 2020 por Tatiana Dejavite, com a missão de potencializar a comunicação de pessoas e empresas através de criatividade, eficiência, rentabilidade e inovações. A empresa se destaca por realizar pesquisas, planejamentos e execuções de mídia de ponta, operando mais de 28 milhões de reais em mídia para seus clientes em apenas quatro anos. Com um olhar atento e cuidadoso, a Star no Mundo se dedica a colaborar para a construção de histórias memoráveis, oferecendo soluções personalizadas que criam conexões inteligentes e insights estratégicos de mídia.

 

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Internacional

O estado de sítio.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas

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Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi

Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.

Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.

Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.

Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.

“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.

Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.

De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.

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Holding Familiar: Estratégias, vantagens.

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Marcelo Gonçalves Cardoso, especialista em holding familiar, traz tudo que você precisa saber sobre o assunto 

A questão sucessória em uma holding familiar é um tema de grande importância para garantir a continuidade e a preservação do patrimônio ao longo das gerações. Este tipo de estrutura corporativa oferece diversos benefícios, incluindo eficiência na gestão dos ativos, proteção patrimonial e vantagens fiscais. Vamos explorar como funciona uma holding familiar, como estruturá-la e as principais dicas para um planejamento sucessório eficaz.

O que é uma Holding Familiar?

Uma holding familiar é uma empresa criada para administrar e proteger o patrimônio de uma família. Diferente de uma empresa convencional, a holding não produz bens ou serviços, mas centraliza a gestão de ativos como imóveis, investimentos e participações societárias, facilitando a administração e a tomada de decisões estratégicas​​. 

De acordo com Marcelo Gonçalves Cardoso, sócio da Bastazini Contabilidade e especialista em holding familiar, “A constituição de uma holding familiar é uma estratégia poderosa para garantir a continuidade do legado familiar. Além de facilitar o processo sucessório, ela oferece proteção patrimonial significativa e pode gerar economias tributárias substanciais. É fundamental que a família conte com assessoria especializada para estruturar a holding de forma eficaz e em conformidade com as normas legais.”

 

Benefícios da Holding Familiar

  1. Otimização Fiscal: A holding permite a implementação de estratégias legais para a redução de cargas tributárias sobre os rendimentos e a transmissão de bens, como o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação)​.
  2. Proteção Patrimonial: Ao separar os ativos comerciais dos pessoais, a holding protege o patrimônio familiar contra riscos financeiros e legais​.
  3. Facilitação da Sucessão: A transferência de patrimônio via holding é mais simples e menos burocrática comparada ao inventário judicial, assegurando uma transição suave e harmoniosa dos ativos entre as gerações​.
  4. Eficiência na Gestão: Centralizar os ativos em uma única entidade simplifica a administração e oferece uma visão consolidada do patrimônio, facilitando decisões estratégicas​​.

Marcelo ainda destaca a importância da educação financeira das futuras gerações: “Incorporar os membros mais jovens da família na gestão da holding é essencial. Isso não apenas os prepara para futuras responsabilidades, mas também promove um entendimento profundo sobre a importância da preservação do patrimônio familiar.”

Ele também menciona a relevância de uma governança corporativa sólida: “Estabelecer diretrizes claras de governança é crucial para o sucesso de uma holding familiar. Isso envolve a definição de papéis e responsabilidades, bem como a criação de mecanismos para resolução de conflitos, garantindo que as decisões sejam tomadas de maneira eficiente e alinhada com os objetivos da família.”

 

Como Criar uma Holding Familiar?

  1. Análise do Patrimônio: O primeiro passo é uma análise detalhada de todos os ativos da família, incluindo imóveis, participações societárias e investimentos​​.
  2. Definição dos Objetivos: É crucial definir os objetivos da holding, como proteção patrimonial, otimização fiscal e facilitação do processo sucessório​​.
  3. Escolha da Estrutura Jurídica: A família deve escolher a estrutura jurídica mais adequada (sociedade limitada, sociedade anônima, etc.), considerando suas vantagens e implicações fiscais​​.
  4. Elaboração do Contrato Social: O contrato social deve detalhar aspectos como administração, distribuição de lucros e regras de sucessão​.
  5. Transferência dos Ativos: Os ativos devem ser transferidos para a holding de acordo com as normas legais, respeitando as implicações fiscais​.

Dicas para um Planejamento Sucessório Eficaz

  1. Governança Corporativa: Estabeleça uma governança corporativa sólida com diretores, conselhos ou gerentes, que podem ser membros da família ou profissionais externos. Isso assegura uma administração eficiente e alinhada com os objetivos da família​​.
  2. Educação das Gerações Futuras: Envolvem os membros da família na gestão da holding, preparando-os para gerir o patrimônio no futuro​.
  3. Planejamento Tributário: Utilize estratégias de planejamento tributário para minimizar a carga fiscal, como a antecipação do pagamento do ITCMD e a correta integralização dos bens na holding.
  4. Transparência e Comunicação: Mantenha uma comunicação clara e regular entre a gestão e os membros da família para garantir a transparência e evitar conflitos​.

Por fim, Marcelo ressalta a necessidade de um planejamento tributário adequado: “Um planejamento tributário bem elaborado pode resultar em significativas economias fiscais. Antecipar o pagamento de impostos como o ITCMD e entender as implicações fiscais de cada decisão são passos fundamentais para a manutenção da saúde financeira da holding.”

A implementação de uma holding familiar pode ser a chave para uma gestão patrimonial eficaz e a preservação do legado familiar. Com uma estrutura bem planejada e uma governança sólida, é possível garantir que o patrimônio familiar seja transmitido de maneira harmoniosa e eficiente para as futuras gerações.

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