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Cultura

Rede de Jornalistas Pretos e UFRJ abrem vagas gratuitas para curso sobre diversidade e inclusão no mercado da comunicação

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  • Com a participação de grandes nomes como Sara Lomax Reese, Dennis de Oliveira (USP), Rosane Borges e Steven Youngblood (Park University), a iniciativa tem como objetivo mostrar a importância de se evitar estereótipos e preconceitos no jornalismo para a construção de um mercado mais inclusivo e com oportunidades para todos;
  • Com início programado para o dia 08 de março de 2024 e vagas limitadas, os interessados já podem fazer suas inscrições gratuitamente

Janeiro de 2024 – A Rede de Jornalistas Pretos Pela Diversidade na Comunicação – Rede JP, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio do Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ, anuncia a abertura das inscrições para o curso internacional “Diversidade, Inclusão e Novos Formatos no Jornalismo Pós-Cultura Digital”. Com vagas limitadas, os interessados de todo o Brasil já podem fazer suas inscrições por meio do link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScQuGRhlyDpoSnz1SZBxNCMWgvLuKnkgFAbRB1r2QQdrtpBtQ/viewform.

“Iniciamos o ano da forma mais positiva possível, proporcionando conhecimento e informação de alta qualidade à população. Elevamos a discussão sobre a importância da excelência na produção de informações a um novo patamar e buscamos criar um ambiente de troca de aprendizado que tem alcançado êxito no mercado dos Estados Unidos e no Brasil”, destaca Marcelle Chagas, coordrnadora geral e fundadora da Rede JP.

O curso “Diversidade, Inclusão e Novos Formatos no Jornalismo Pós-Cultura Digital”, será desenvolvido em dois formatos: presencial, com aulas no auditório da Escola de Comunicação da UFRJ, às sextas-feiras. Já a versão remota será transmitida no canal oficial da instituição no YouTube do Pontão da Eco.  Patrocinado pelo Consulado dos Estados Unidos, com a parceria da Cátedra de comunicação da Unesco, Universidade Metodista e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o curso se destaca por apresentar visões de especialistas com atuação nacional e internacional.

“Este curso está aberto a todos, não apenas aos profissionais de comunicação. Desenvolvemos e planejamos o cronograma para toda a sociedade, com o intuito de aprimorar a qualidade da informação digital. Para os jornalistas, essa oportunidade é crucial, destacando aspectos essenciais para o desenvolvimento sustentável e social do setor”, afirma Marcelle.

O será abordado?

Durante o curso os especialistas convidados falarão sobre temas como importância de evitar estereótipos e preconceitos no jornalismo, os desafios do mercado da comunicação para profissionais pretos, além de comentar evolução do segmento e o que ainda é necessário ser feito para termos um mercado de comunicação que busque ampliar a representatividade, promover uma cobertura equilibrada de questões sociais e combater a desinformação, atendendo de maneira justa todos os seus integrantes.

Ao explorar os impactos do ambiente digital, o curso também abordará pontos como as agressões online e as ameaças à democracia, além de promover uma discussão sobre as estratégias de mitigação para fomentar um ambiente informacional com espaço para a apresentação de diversas narrativas.

Serão 36 horas de treinamento distribuídas em 18 aulas semanais, com duração de aproximadamente 2 horas cada. Com início no dia 08 de março de 2024, os encontros devem acontecer até julho. A previsão dos organizadores é que mais de 200 pessoas participem.

Sob a coordenação das professoras Marcelle Chagas (UFF), Ivana Bentes (ECO/UFRJ) e Sara Lomax Reese (URL Media) ,  rede descentralizada e multiplataforma que inclui organizações de notícias de destaque de comunidades negras e pardas nos Estados Unidos.

Sobre a Rede JP

A Rede de Jornalistas Pretos Pela Diversidade na Comunicação, é uma organização não governamental que tem como propósito reforçar a importância da participação de jornalistas negros no mercado da comunicação no Brasil e no mundo. O objetivo da rede e de seus colaboradores é causar um impacto positivo na sociedade civil e contribuir para a construção de uma comunicação mais inclusiva e justa.

Fundada em 2018, por Marcelle Chagas, jornalista com MBA em marketing e comunicação online e especialista em comunicação, processos de desinformação, diversidade, equidade e direitos humanos, a Rede JP busca soluções para problemas sociais por meio da democratização do processo de comunicação se baseando em três pilares fundamentais: educação, representatividade e oportunidade.

Hoje, a Rede JP é reconhecida como uma organização comprometida com o desenvolvimento do jornalismo produzido por comunidades negras, indígenas, quilombolas e periféricas em todo território nacional, atuando em parceria com mais de 200 veículos independentes afrocentrados, grandes mídias, empreendedores da comunicação, estudantes e comunicadores populares de diversas regiões do país. No exterior, a Rede JP é parceria e representa o Brasil na Caucus Of Journalism, coalizão internacional de jornalistas da diáspora africana.

Saiba mais informações da Rede JP e conheça os projetos da organização em https://redejpcomunicacao.org/.

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Ciência

Quando a anistia restrita é aplicada.

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A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

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Colunistas

GRINGOS – Club For Homme em FLoripa by Ivo Brandalise está todo repaginado e com muitas novidades para este verão, contará também com a presença de gringos e os homens mais belos do Brasil .

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Experiência PREMIUM: Além de latinos calientes; espanhóis, italianos, arabes, africanos e americanos por @na_ tela aguardam você com drinks  autorais, loft cinema e muito mais na maior sauna do Sul do país.

 

Florianópolis ferve. O verão chegou trazendo turistas internacionais, corpos esculturais e desejos à flor da pele. É nesse cenário que o Club For Homme by Ivo Brandalise se reinventa e se consolida como o endereço mais intenso e desejado da estação.

 

Totalmente repaginado, o clube recebe gringos de todas as partes do mundo e os homens mais belos do Brasil, criando uma mistura irresistível de sotaques, olhares e conexões. Latinos calientes, espanhóis sedutores, italianos charmosos, árabes misteriosos, africanos imponentes e americanos provocantes já circulam pelos corredores da maior sauna masculina do Sul do país.

 À frente dessa experiência está Ivo Brandalise, empresário que domina a arte de reunir pessoas, provocar encontros e transformar espaços em verdadeiros templos de liberdade e sofisticação.

 

O Club For Homme entrega muito mais do que se espera:

🔥 sauna seca e a vapor

🔥 bar com drinks autorais e marcas premium

🔥 fumódromo

🔥 cabines confortáveis e discretas

🔥 espaço cinema, duchas modernas e áreas cruising

 

Tudo pensado para estimular os sentidos, com máximo conforto, limpeza impecável e segurança absoluta.

  

Com uma agenda semanal cuidadosamente provocante, o Club For Homme promete noites intensas, encontros inesperados e experiências que ficam na pele… e na memória.

 

📍 Florianópolis …endereço: Rua General Bittencourt número  317.  centro de FLORIANÓPOLIS

📲 Informações e acesso via WhatsApp (48) 99629 0277

📸 Siga e acompanhe: @forhommesaunafloripa

 

Neste verão, a sauna não é apenas um lugar. É onde o desejo acontece.

Você vai resistir?

 Confira também em @na_tela by Miguel GREGÓRIO conteúdo com os homens mais belos do Brasil, diversos temas e pautas  importantes para comunidade  lgbtqia+ .

 

FONTE: Matéria Mathaus  Arabe Sanchez @math_arabe_sanchez

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ciência

Proteção ocular no verão: sete cuidados essenciais para evitar irritações e manter a visão saudável.

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Brasília entra no verão marcada por uma brusca mudança climática. Depois de enfrentar meses de baixa umidade — que em setembro costuma atingir níveis abaixo de 20%, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) — a capital passa, entre outubro e janeiro, para o período de chuvas intensas.

A umidade sobe rapidamente, chegam tempestades, o vento aumenta e as temperaturas permanecem elevadas, criando um ambiente que impacta diretamente a saúde dos olhos.

Com mais atividades ao ar livre, aumento da radiação UV e contato frequente com piscina, chuva, poeira e ar-condicionado, as irritações oculares tendem a crescer. Segundo o Ministério da Saúde, as conjuntivites — especialmente as de origem viral — costumam registrar maior circulação nessa época do ano, favorecidas pela combinação de calor, umidade e ambientes coletivos.

Diante desse cenário, o oftalmologista Marcelo Taveira explica sete cuidados fundamentais para atravessar a estação com mais segurança ocular.

  1. Priorizar óculos de sol com proteção UV real

Em Brasília, onde a incidência de radiação solar é alta durante todo o ano — com índices UV frequentemente classificados como “muito altos” ou “extremos”, segundo o Inmet — a proteção adequada é indispensável. Lentes escuras sem filtro UV dilatam a pupila e deixam entrar ainda mais radiação. A recomendação é adquirir óculos com garantia comprovada de proteção UVA e UVB.

  1. Evitar abrir os olhos dentro da piscina

Nas semanas mais quentes, piscinas públicas e de condomínios ficam lotadas. O cloro, usado em maior volume para dar conta da demanda, irrita a superfície ocular. Vermelhidão, ardência e conjuntivite química são comuns. Óculos de natação bem ajustados ajudam a prevenir queimaduras e inflamações.

  1. Cuidado redobrado no mar — e também na chuva forte

Brasília não tem mar, mas muitos brasilienses viajam para o litoral nesta época. Lá, o sal resseca os olhos e o vento carrega grãos de areia capazes de arranhar a córnea. Já na capital, as chuvas intensas arrastam poeira e poluentes, que podem entrar nos olhos e causar irritação. Após exposição, lavar o rosto com água limpa ajuda a minimizar danos.

  1. Manter as mãos limpas e evitar esfregar os olhos

O calor aumenta a transpiração e o contato das mãos com o rosto. Isso facilita a transmissão de vírus e bactérias — especialmente em ambientes compartilhados como shoppings, piscinas e academias. Esfregar os olhos pode machucar a córnea e piorar quadros alérgicos.

  1. Usar colírios lubrificantes quando houver ressecamento

Mesmo após o fim da seca, o ar-condicionado continua sendo um vilão comum no verão brasiliense, principalmente em escritórios e carros. Ele reduz a umidade do ar e acelera a evaporação da lágrima. Colírios lubrificantes devolvem o conforto. Já os vasoconstritores, que “tiram o vermelho”, devem ser evitados por mascararem o problema.

  1. Não compartilhar objetos pessoais

No verão, as conjuntivites virais tendem a se espalhar mais, devido ao contato próximo em festas, viagens e áreas de lazer. Toalhas, fronhas, óculos, maquiagens e máscaras de dormir devem ser de uso individual para evitar contaminação.

  1. Ficar atento aos sinais de alerta

Vermelhidão intensa, dor, secreção amarelada, sensibilidade à luz e visão borrada exigem avaliação imediata. “Muitos problemas comuns do verão têm solução simples; o que não pode acontecer é ignorar os sintomas”, reforça o oftalmologista Marcelo Taveira.

 

No período em que Brasília transita do clima seco extremo para chuvas volumosas, a atenção redobrada com os olhos torna-se essencial. Cuidados simples protegem contra lesões, desconfortos e infecções — permitindo aproveitar o verão, na capital ou no litoral, com mais saúde e segurança visual.

 

https://www.instagram.com/marcelotaveira.oftalmo/

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