Conecte-se Conosco

Sem categoria

Dia da Internet Segura: 10 dicas para não cair em golpes em 2024

Publicado

em

O Dia da Internet Segura tem como objetivo construir um ambiente mais seguro e transparente para empresas e usuários e foi originalmente criado pela rede europeia Insafe, que neste ano acontece nos dias 6 e 7 de fevereiro. A iniciativa une grandes empresas de tecnologia em mais de 200 países.

O Brasil já lidera os principais levantamentos sobre a quantidade de fraudes e golpes na internet. Com poucos recursos e “boa lábia”, os criminosos já fazem milhares de vítimas todos os dias, seja com um site clonado (phishing), falso sequestro, loja falsa, tabela do Pix, SIM swap e centenas de outros golpes que circulam por aí. Imagine como será esse cenário nos próximos anos, com os recursos assustadores que as ferramentas de inteligência artificial permitem.

Para Alessandro Fontes, co-fundador da plataforma Site Confiável (siteconfiavel.com.br), a tecnologia e o trabalho de educação dos consumidores pelo próprio mercado e pela imprensa, são as melhores armas para criarmos um ambiente de compras mais seguro e transparente. “Percebemos que muitas vítimas não se atentam a detalhes básicos que poderiam livrá-las de prejuízos e dores de cabeça”, segundo ele.

Baseado no perfil dos golpes atuais e das vítimas, Fontes listou 10 dicas para ajudar a blindar os usuários em 2024:

  1. Nem tudo é o que parece: com a chegada dos recursos de inteligência artificial, os criminosos já estão se beneficiando dessas tecnologias para tentar enganar usuários, manipulando áudios e vídeos que usam indevidamente a imagem de jornalistas, artistas, influenciadores e até pessoas próximas. Ou seja, se antes confiávamos apenas quando víamos e ouvíamos algo, agora precisamos ficar ainda mais atentos, tentando sempre validar a informação nos perfis oficiais dos artistas e também procurando fontes que possuem credibilidade e validam aquela informação, assim como já inspecionamos as fake news.
  2. HTTPS ou SSL não é garantia de segurança: diferentemente do que aprendemos durante muito tempo e da crença popular, é incorreto acreditar que um site que comece com HTTPS ou que possua o “cadeado de segurança” no browser seja um site confiável, esse protocolo serve para criptografar os seus dados durante uma transação de informações, mas lembre-se que isso não é garantia nenhuma de segurança ou de confiabilidade. A maioria dos sites fraudulentos possuem o HTTPS.
  3. Atenção redobrada para promoções divulgadas em anúncios: infelizmente o principal canal para os criminosos chegarem às vítimas são os anúncios em buscadores e redes sociais. Por mais que essas plataformas façam uma filtragem para minimizar as fraudes, ainda há uma grande quantidade de anúncios para falsas promoções e até sites clonados. Antes de acessar, se cadastrar ou comprar em um site que você viu em um anúncio, pesquise para ter certeza que não se trata de um golpe. Isso também vale para ofertas e produtos divulgados por influenciadores.
  4. Consulte o CNPJ de forma correta: assim como em uma rede social, qualquer pessoa pode fazer um site e escrever o que quiser nele, inclusive o CNPJ. Consultar o CNPJ que aparece no rodapé do site não é a melhor forma para saber se a empresa é realmente confiável, pois a pessoa que está por trás do site pode colocar qualquer CNPJ ali, inclusive de uma empresa grande, tradicional e confiável, levando você a acreditar que está comprando de uma empresa séria. Descubra através do Registro.br ou do Site Confiável quem é a empresa que realmente está por trás do site que você está prestes a comprar ou se cadastrar.
  5. Selos de segurança: muitas pessoas confiam em alguns sites, pois aparece no rodapé alguns selos de segurança, que na verdade são imagens que qualquer site pode copiar e utilizar de forma indevida. É importante que o usuário identifique se o selo é verdadeiro e caso não saiba analisar, é melhor não confiar e analisar outros critérios.
  6. Cuidado com preços muito atraentes: encontrou uma super promoção com preço exageradamente baixo? Cuidado. É comum que sites fraudulentos tentem atrair a atenção dos consumidores oferecendo produtos populares por preços impraticáveis. A exemplo de um Pneu que custa cerca de R$ 700, aparecer em anúncios por aproximadamente R$ 200, é golpe. É muito comum que ofertas assim apareçam no Google Shopping ou no Instagram de forma patrocinada, fique atento.
  7. Evite pagar no pix: boleto bancário e pix são excelentes alternativas para conseguir um bom desconto à vista, mas também são mais arriscados, pois não possuem mecanismos seguros para reversão do pagamento, caso seja identificado um golpe. Já os cartões, além de possuírem tecnologias para identificar fraudes durante o pagamento, conseguem também fazer o estorno do pagamento nesses casos.
  8. Desconfie de links recebidos via WhatsApp, SMS ou E-mail que ofereçam algo muito vantajoso, que te deixe curioso, com medo ou com sensação de urgência. O link pode inclusive, tentar se passar por uma empresa conhecida, que te leva para um site clonado com o objetivo de capturar seus dados ou instalar alguma aplicação maliciosa em seu dispositivo.
  9. Se for comprar em um marketplace como OLX, Aliexpress, Shopee ou Mercado Livre, jamais aceite negociar diretamente com uma pessoa ou empresa. Verifique a reputação do vendedor, o tempo em que ele está na plataforma, a quantidade de vendas que ele já fez e pague utilizando o meio de pagamento disponível pela plataforma, pois elas garantem a intermediação entre as partes.
  10. Use aplicativos de autenticação de dois fatores: proteja suas contas digitais, redes sociais, WhatsApp e serviços de e-mail da forma mais segura, que é evitar a recuperação de senha via SMS ou e-mail e utilizar um aplicativo de autenticação como o Authenticator do Google, que é um software de token que implementa serviços de verificação de duas etapas usando Algoritmo de One-time Password baseado em tempo e Algoritmo, deixando as suas contas mais seguras, pois além da senha, o hacker precisaria gerar esse token para logar na sua conta.
Continue lendo

Internacional

O estado de sítio.

Publicado

em

De

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

Continue lendo

Sem categoria

Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas

Publicado

em

De

Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi

Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.

Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.

Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.

Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.

“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.

Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.

De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.

Continue lendo

Sem categoria

Holding Familiar: Estratégias, vantagens.

Publicado

em

De

Marcelo Gonçalves Cardoso, especialista em holding familiar, traz tudo que você precisa saber sobre o assunto 

A questão sucessória em uma holding familiar é um tema de grande importância para garantir a continuidade e a preservação do patrimônio ao longo das gerações. Este tipo de estrutura corporativa oferece diversos benefícios, incluindo eficiência na gestão dos ativos, proteção patrimonial e vantagens fiscais. Vamos explorar como funciona uma holding familiar, como estruturá-la e as principais dicas para um planejamento sucessório eficaz.

O que é uma Holding Familiar?

Uma holding familiar é uma empresa criada para administrar e proteger o patrimônio de uma família. Diferente de uma empresa convencional, a holding não produz bens ou serviços, mas centraliza a gestão de ativos como imóveis, investimentos e participações societárias, facilitando a administração e a tomada de decisões estratégicas​​. 

De acordo com Marcelo Gonçalves Cardoso, sócio da Bastazini Contabilidade e especialista em holding familiar, “A constituição de uma holding familiar é uma estratégia poderosa para garantir a continuidade do legado familiar. Além de facilitar o processo sucessório, ela oferece proteção patrimonial significativa e pode gerar economias tributárias substanciais. É fundamental que a família conte com assessoria especializada para estruturar a holding de forma eficaz e em conformidade com as normas legais.”

 

Benefícios da Holding Familiar

  1. Otimização Fiscal: A holding permite a implementação de estratégias legais para a redução de cargas tributárias sobre os rendimentos e a transmissão de bens, como o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação)​.
  2. Proteção Patrimonial: Ao separar os ativos comerciais dos pessoais, a holding protege o patrimônio familiar contra riscos financeiros e legais​.
  3. Facilitação da Sucessão: A transferência de patrimônio via holding é mais simples e menos burocrática comparada ao inventário judicial, assegurando uma transição suave e harmoniosa dos ativos entre as gerações​.
  4. Eficiência na Gestão: Centralizar os ativos em uma única entidade simplifica a administração e oferece uma visão consolidada do patrimônio, facilitando decisões estratégicas​​.

Marcelo ainda destaca a importância da educação financeira das futuras gerações: “Incorporar os membros mais jovens da família na gestão da holding é essencial. Isso não apenas os prepara para futuras responsabilidades, mas também promove um entendimento profundo sobre a importância da preservação do patrimônio familiar.”

Ele também menciona a relevância de uma governança corporativa sólida: “Estabelecer diretrizes claras de governança é crucial para o sucesso de uma holding familiar. Isso envolve a definição de papéis e responsabilidades, bem como a criação de mecanismos para resolução de conflitos, garantindo que as decisões sejam tomadas de maneira eficiente e alinhada com os objetivos da família.”

 

Como Criar uma Holding Familiar?

  1. Análise do Patrimônio: O primeiro passo é uma análise detalhada de todos os ativos da família, incluindo imóveis, participações societárias e investimentos​​.
  2. Definição dos Objetivos: É crucial definir os objetivos da holding, como proteção patrimonial, otimização fiscal e facilitação do processo sucessório​​.
  3. Escolha da Estrutura Jurídica: A família deve escolher a estrutura jurídica mais adequada (sociedade limitada, sociedade anônima, etc.), considerando suas vantagens e implicações fiscais​​.
  4. Elaboração do Contrato Social: O contrato social deve detalhar aspectos como administração, distribuição de lucros e regras de sucessão​.
  5. Transferência dos Ativos: Os ativos devem ser transferidos para a holding de acordo com as normas legais, respeitando as implicações fiscais​.

Dicas para um Planejamento Sucessório Eficaz

  1. Governança Corporativa: Estabeleça uma governança corporativa sólida com diretores, conselhos ou gerentes, que podem ser membros da família ou profissionais externos. Isso assegura uma administração eficiente e alinhada com os objetivos da família​​.
  2. Educação das Gerações Futuras: Envolvem os membros da família na gestão da holding, preparando-os para gerir o patrimônio no futuro​.
  3. Planejamento Tributário: Utilize estratégias de planejamento tributário para minimizar a carga fiscal, como a antecipação do pagamento do ITCMD e a correta integralização dos bens na holding.
  4. Transparência e Comunicação: Mantenha uma comunicação clara e regular entre a gestão e os membros da família para garantir a transparência e evitar conflitos​.

Por fim, Marcelo ressalta a necessidade de um planejamento tributário adequado: “Um planejamento tributário bem elaborado pode resultar em significativas economias fiscais. Antecipar o pagamento de impostos como o ITCMD e entender as implicações fiscais de cada decisão são passos fundamentais para a manutenção da saúde financeira da holding.”

A implementação de uma holding familiar pode ser a chave para uma gestão patrimonial eficaz e a preservação do legado familiar. Com uma estrutura bem planejada e uma governança sólida, é possível garantir que o patrimônio familiar seja transmitido de maneira harmoniosa e eficiente para as futuras gerações.

Continue lendo

Destaque