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Cultura

Dinâmicas para projeto e intervenção a partir da literatura

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No dia 30 de novembro, quinta-feira, a partir das 8h, será realizado, na PUC-SP, o evento “Seminário PLIT: Dinâmicas para Projeto e Intervenção a partir da Literatura”.

Com base na literatura, em sentido amplo e em diálogo com outras áreas e formas de conhecimento, pressupomos ações que possam ser promovidas no plano social, por meio de iniciativas e práticas diversas — com propósito de agregar, incluir e melhorar a vida das pessoas. Estimulados por conversas e performances trazidas pelos participantes da programação do evento-seminário PLIT, gostaríamos de materializar esse pensamento propositivo de maneira criativa, convidando o público a imaginarmos, juntos, possíveis intervenções.

O PLIT (Programa-Laboratório Integrado Transdisciplinar) é uma proposta experimental que promove a aproximação da literatura com outras áreas do conhecimento a partir de uma perspectiva de pesquisa inovadora e com objetivo de gerar impacto social.

CONVIDADOS (em ordem alfabética)

Denise Stoklos, atriz e dramaturga

Dimy Unclear, grafiteiro

Eduardo Nicolau, fotógrafo e editor (Jornal Estado de S.Paulo 1997-2020)

Emma Jova, atriz e os grupos de teatro: Benvinda Cia e Geometrias (In)Congruentes

Eva Furnari, escritora e ilustradora

Gabriela Romeu, jornalista e curadora

Renata Meirelles, educadora e documentarista (Territórios do Brincar)

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“Manifesto inclusivo”, com estudantes do ensino fundamental II, integrantes do Projeto AEL Mauricio de Sousa, na escola EMEF Júlio de Grammont (DRE São Mateus)

SERVIÇO

Dia: 30 de novembro

Horário: 8h-17h (intervalo para almoço das 12 às 13h)

Local: PUC-SP (R. Monte Alegre, 984 – Perdizes). Auditório: 117A

Público: Aberto ao público em geral, permite inscrição especial aos educadores da rede pública de ensino, pesquisadores e outros interessados.

Inscrições para o público geral: https://forms.gle/ttcKwLASp4Wu6RKP8

Inscrições para professores da rede municipal: https://forms.gle/tdAVv2LLPD4MeV2s7

BENVINDA CIA

A Benvinda Cia. nasceu em 2016 a partir do desejo de participantes de diferentes grupos teatrais da Cultura Inglesa de aprofundar sua investigação em práticas artísticas. Pesquisadores de uma linguagem Pop e contemporânea e da transposição da estética das histórias em quadrinhos para a cena, contou com apresentações e temporadas em teatros paulistanos como iNBOx Cultural, Parlapatões, Viga Espaço Cênico e Cia da Revista; e centros culturais como a Casa1, Centro Cultural Grajaú, Casa de Cultura Parelheiros, Centro Cultural Vila Formosa, Casa de Cultura Tremembé e o Centro Cultural da Diversidade, além de apresentações em escolas da rede municipal e escolas particulares. O grupo investe na colaboração entre seus atores-criadores e direção, criando dramaturgias completamente autorais que dialogam com o mundo que nos cerca, e expande sua pesquisa para outras mídias, com a publicação de duas HQs pela Editora Giostri (“Limonada” e “Ana e a Baleia”, ambas à partir de peças homônimas da companhia), peças podcasts, leituras dramáticas ilustradas, peças em formato digital, vídeos ensaísticos sobre a cultura pop e da realização de oficinas abertas nas linguagens do corpo e das artes visuais.

No dia 30 de Novembro, o diretor artístico da Benvinda Cia, João Hannuch, estará acompanhado da atriz e produtora Emma Jovanovic na PUC SP, em parceria com o projeto PLIT para discutir sobre as relações entre a literatura e a arte transmídia. Autor e ilustrador de três HQs publicadas como adaptações de peças do grupo, João é Mestre em Teatro POP e Transmídia pela Escola Superior de Artes Célia Helena, e abordará parte de sua pesquisa a partir da apresentação de suas publicações, de mind map ilustrado e trechos de vídeos ensaísticos e de leituras dramáticas realizadas pela Benvinda Cia, a fim de explorar as diferentes intervenções da literatura na sociedade e na educação, sobretudo na voltada a crianças e adolescentes.

DENISE STOKLOS

Nascida em 1950, em Irati, PR, é atriz, autora, diretora e professora.

Em 1972, graduou-se em Ciências Sociais pela PUC-PR e Jornalismo pela UFPR. Em 1968, iniciou sua carreira no Teatro em Curitiba-PR, desde então sendo dirigida no Rio e em São Paulo por diretores inesquecíveis como Antonio Abujamra. Em 1978 estudou Mímica em Londres iniciando sua carreira internacional. Em 1987 criou um estilo chamado “Teatro Essencial” – no qual usa o mínimo de recursos externos, só o corpo, a voz e um terceiro elemento que vem do intelecto, memória, intuição: a dramaturgia.

Ao longo de seus cinquenta e dois anos de carreira criou diversos Solos Teatrais que são mantidos em repertório permanente. Foi convidada para apresentá-los em 33 países.

Tem recebido prêmios no Brasil (Ordem do Mérito Cultural, Ordem do Rio Branco, Ordem do Pinheiro, Shell, APETESP, APCA, Mambembe) e no exterior (Romênia, Cuba, Edinburgh). Em 2013, recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Estadual do Centro Oeste – UNICENTRO, PR.

É uma das únicas atrizes brasileiras que trabalha apenas em teatro, não faz telenovelas.

Dias 15, 16 e 17 de dezembro fará um curso de imersão sobre performance a todos os interessados. Informações em seu Instagram @denisestoklosoficial.

DIMY UNCLEAR (@dimysp)

Grafiteiro paulistano iniciou sua trajetória em meados de 1998 tendo como suporte paredes para a realização de seus trabalhos. A busca pelo crescimento não cessou, atuando na área do design, criando estampas para diversas marcas de surf e dividindo seu tempo em uma produtora educacional. Hoje também assina seu trabalho com um símbolo.

EDUARDO NICOLAU

Fotógrafo com mais de 20 anos de experiência em redação de jornal. É formado em Fotografia pelo Senac.

Foi editor geral de fotografia do Jornal O Estado de S.Paulo entre 2010 e 2020 e fotógrafo (também do Estadão e Jornal da Tarde) de 1997 a 2010

Organizou e realizou cobertura fotográfica de quatro copas do mundo (Alemanha, África, Brasil e Rússia), três olimpíadas (Pequim, Londres e Brasil), crises civis no Haiti, Equador, eleições e viagens presidenciais (Vietnã e China)

Tem publicados os livros “Retrato de Jornal” (Letras do Brasil, 2013) e “Retratos” (Ipsis, 2022). Recebeu as seguintes premiações: Prêmio Estado de Jornalismo 2003, 2006 e 2009; Prêmio Líbero Badaró 2006; Prêmio Vladimir Herzog 2002. Indicado ao Prêmio Esso 2002 e 2006

EVA FURNARI

Nasceu em Roma em 1948 e veio para o Brasil com 2 anos de idade. Formou-se em Arquitetura pela USP e foi professora de artes no Museu Lasar Segall de 74 a 79.

Começou sua carreira de escritora e ilustradora de livros infantis e juvenis em 1980 e tem 64 livros publicados. Publicou, por quatro anos, histórias da Bruxinha nos suplementos infantis dos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Seus livros foram publicados na Inglaterra, Turquia, China, Chile, México e muitos deles foram adaptados para o teatro.

Ao longo de sua carreira, foi premiada diversas vezes. Recebeu 8 vezes o Prêmio Jabuti pela CBL, foi premiada 9 vezes pela FNLIJ e recebeu o APCA pelo conjunto da obra.

www.evafurnari.com.br

@eva.furnari.oficial

GABRIELA ROMEU

Escritora, jornalista e documentarista, com mais de vinte anos de atuação em projetos que criam pontes entre infâncias.No jornal Folha de S.Paulo, editou o caderno Folhinha e coordenou o projeto Mapa do Brincar (www.mapadobrincar.com.br), vencedor do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo (2010).

Atua na crítica de teatro infantil, membro da APCA, e escreveu sobre literatura e cinema, sempre integrando diversas comissões de festivais, mostras e editais voltados à produção cultural para a infância. É curadora de exposições e instalações que circulam em diferentes espaços culturais (Sescs, festivais).

É autora de livros que recontam o real e o imaginário das infâncias brasileiras.

É corroteirista do documentário “Disque Quilombola” e diretora de “Meninos e reis” e “Quintais do Xingu”. Atuou como cocuradora da exposição “Trilhas do Brincar”, que circulou por três unidades do Sesc-SP, e das instalações “Inventário dos Cabinhas”, “Infâncias” e “Na rua dos Meninos” em unidades do Sesc e outros espaços culturais.

GEOMETRIAS (IN)CONGRUENTES

Geometrias (In)congruentes é uma metodologia de pesquisa para artes cênicas que serve tanto para improvisação guiada levada a público, como também para o uso interno em grupos artísticos e instituições de ensino a fim de desenvolvimento didático e criativo. Trata-se de um tabuleiro para se jogar teatro, uma ação cênica improvisada a partir de um jogo de dados. O tabuleiro é dividido em quatro áreas – luz, som, corpo e vídeo -, e os dados determinam o perfil da criação – características da qualidade de ação, imagem ou som gerada. Há um microfone no espaço, acessível a qualquer um que queira intervir nas cenas com comentários, depoimentos, leituras de materiais literários disponíveis ou quaisquer outras declamações.

Desenvolvida pelo artista transmidiático pernambucano Luiz Manuel, a metodologia investiga fruição e formação artística por meio da improvisação guiada, sob uma perspectiva tanto artística quanto sociológica. Propõe também uma reflexão acerca da autonomia do público, que faz uso de seu próprio repertório e bagagem cultural para a criação, interligando memória, identidade e jogo no espaço-tempo artístico e teatral.

No dia 30, o Núcleo de Treinamento Geometrias (In)congruentes estará presente na PUC-SP para participação no Projeto PLIT, apresentando uma rodada-demonstração do jogo, exibindo o mini-documentário da pesquisa e conduzindo um diálogo acerca das relações entre teatro, literatura, memória e performatividade. O coletivo pretende demonstrar as maneiras com que os atravessamentos da leitura na contemporaneidade podem ser levados à cena, por meio de improvisos que evocam os repertórios de cada indivíduo e põem em xeque os paradigmas atrelados ao purismo das artes e das linguagens.

RENATA MEIRELLES

Educadora e documentarista. Viaja pelo país estudando a infância brasileira e seus brincares.

Mestre em educação pela USP. Idealizadora do Projeto BIRA – Brincadeiras Infantis da Região Amazônica (www.projetobira.com) e do Projeto Território do Brincar (www.territoriodobrincar), uma co-realização com o Instituto Alana.

Publicou os livros “Giramundo e Outros Brinquedos e Brincadeiras dos Meninos do Brasil” (editora Terceiro Nome), vencedor do Prêmio Jabuti de 2008 e “Cozinhando no Quintal”, da mesma editora.

Curadora de exposições sobre o brincar em unidades do SESC: “Mais de Mil Brinquedos para a Criança Brasileira” – SESC Pompéia, “Trilhas do Brincar” SESC Santos, Santo André e Araraquara e “Brinquedos dos Meninos do Brasil”, Regional SESC Santa Catarina.

Diretora de diversos curtas-metragens sobre a temática do brincar, tais como como “Bambeia” e “Disque Quilombola”, vencedores de prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais.

Dirigiu os documentários “Território do Brincar”, uma co-produção de Maria Farinah Filmes e Ludus Videos, e “Brincar Livre: de dentro para fora”, que, em parceria com o Instituto Alana, acompanhou famílias diversas da Grande São Paulo durante a pandemia e registrou os processos pelos quais as crianças e suas brincadeiras passaram ao longo desse período.

 

 

SOBRE O PROJETO PLIT:

O PLIT, Programa-laboratório integrado transdisciplinar para formação acadêmica e pedagógica, é um projeto financiado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), no Programa de Pós-Doutorado Estratégico. Engendrado na cultura de design e projeto (PIVETTI, 2019), o PLIT é uma proposta experimental destinada à idealização de modelos inter e transdisciplinares, que promove a aproximação da literatura com outras áreas do conhecimento a partir de uma perspectiva de pesquisa inovadora e tendo por objetivo final a criação de proposições de impacto social. Entendendo a pesquisa como método de inovação e experimentação, o projeto lança mão de uma abordagem experimental programática e investiga por que caminhos de concepção metodológica e crítica é possível se contribuir para uma formação em literatura que, baseada em transdisciplinaridade, possa articular pensamento, experiência e produção científica de modo a disparar práticas e intervenções de valia social, na educação e outros setores. Para isso, o Programa-laboratório propõe integrar processos e produtos, visando criar diversificadas oportunidades de engajamento para os pesquisadores, ampliar as relações com a literatura e a sociedade e valorizar uma formação de intercâmbio cultural, dentro e fora do espaço acadêmico, atraindo públicos diversos.

Coordenação: Diana Navas, supervisora e docente PUC-SP e Michaella Pivetti, designer-curadora e pesquisadora pós-doutoranda do PPGLCL, PUC-SP.

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Ciência

Proteção ocular no verão: sete cuidados essenciais para evitar irritações e manter a visão saudável.

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Brasília entra no verão marcada por uma brusca mudança climática. Depois de enfrentar meses de baixa umidade — que em setembro costuma atingir níveis abaixo de 20%, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) — a capital passa, entre outubro e janeiro, para o período de chuvas intensas.

A umidade sobe rapidamente, chegam tempestades, o vento aumenta e as temperaturas permanecem elevadas, criando um ambiente que impacta diretamente a saúde dos olhos.

Com mais atividades ao ar livre, aumento da radiação UV e contato frequente com piscina, chuva, poeira e ar-condicionado, as irritações oculares tendem a crescer. Segundo o Ministério da Saúde, as conjuntivites — especialmente as de origem viral — costumam registrar maior circulação nessa época do ano, favorecidas pela combinação de calor, umidade e ambientes coletivos.

Diante desse cenário, o oftalmologista Marcelo Taveira explica sete cuidados fundamentais para atravessar a estação com mais segurança ocular.

  1. Priorizar óculos de sol com proteção UV real

Em Brasília, onde a incidência de radiação solar é alta durante todo o ano — com índices UV frequentemente classificados como “muito altos” ou “extremos”, segundo o Inmet — a proteção adequada é indispensável. Lentes escuras sem filtro UV dilatam a pupila e deixam entrar ainda mais radiação. A recomendação é adquirir óculos com garantia comprovada de proteção UVA e UVB.

  1. Evitar abrir os olhos dentro da piscina

Nas semanas mais quentes, piscinas públicas e de condomínios ficam lotadas. O cloro, usado em maior volume para dar conta da demanda, irrita a superfície ocular. Vermelhidão, ardência e conjuntivite química são comuns. Óculos de natação bem ajustados ajudam a prevenir queimaduras e inflamações.

  1. Cuidado redobrado no mar — e também na chuva forte

Brasília não tem mar, mas muitos brasilienses viajam para o litoral nesta época. Lá, o sal resseca os olhos e o vento carrega grãos de areia capazes de arranhar a córnea. Já na capital, as chuvas intensas arrastam poeira e poluentes, que podem entrar nos olhos e causar irritação. Após exposição, lavar o rosto com água limpa ajuda a minimizar danos.

  1. Manter as mãos limpas e evitar esfregar os olhos

O calor aumenta a transpiração e o contato das mãos com o rosto. Isso facilita a transmissão de vírus e bactérias — especialmente em ambientes compartilhados como shoppings, piscinas e academias. Esfregar os olhos pode machucar a córnea e piorar quadros alérgicos.

  1. Usar colírios lubrificantes quando houver ressecamento

Mesmo após o fim da seca, o ar-condicionado continua sendo um vilão comum no verão brasiliense, principalmente em escritórios e carros. Ele reduz a umidade do ar e acelera a evaporação da lágrima. Colírios lubrificantes devolvem o conforto. Já os vasoconstritores, que “tiram o vermelho”, devem ser evitados por mascararem o problema.

  1. Não compartilhar objetos pessoais

No verão, as conjuntivites virais tendem a se espalhar mais, devido ao contato próximo em festas, viagens e áreas de lazer. Toalhas, fronhas, óculos, maquiagens e máscaras de dormir devem ser de uso individual para evitar contaminação.

  1. Ficar atento aos sinais de alerta

Vermelhidão intensa, dor, secreção amarelada, sensibilidade à luz e visão borrada exigem avaliação imediata. “Muitos problemas comuns do verão têm solução simples; o que não pode acontecer é ignorar os sintomas”, reforça o oftalmologista Marcelo Taveira.

 

No período em que Brasília transita do clima seco extremo para chuvas volumosas, a atenção redobrada com os olhos torna-se essencial. Cuidados simples protegem contra lesões, desconfortos e infecções — permitindo aproveitar o verão, na capital ou no litoral, com mais saúde e segurança visual.

 

https://www.instagram.com/marcelotaveira.oftalmo/

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Ciência

 “Carreira com Valuation”: Livro propõe novo olhar estratégico para a vida profissional.

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 “Carreira com Valuation”: livro propõe novo olhar estratégico para a vida profissional

Mirella Franco Melo compartilha mais de 20 anos de experiência e auxilia profissionais a enxergarem seu verdadeiro potencial e transformarem a jornada em um ativo de valor

 

 

Uma pesquisa realizada pela plataforma Infojobs em 2024 revela um dado que requer atenção no mercado de trabalho: 90% dos profissionais brasileiros consideraram trocar de emprego por motivos ligados à insatisfação ou falta de felicidade no trabalho. É nesse cenário que a empresária e palestrante Mirella Franco Melo lança o livro “Carreira com Valuation – A arte de negociar o seu valor profissional.

A obra reúne experiências vividas ao longo de mais de duas décadas de atuação no setor farmacêutico e na liderança de projetos de alto impacto, para apresentar um método exclusivo de construção de carreira, inspirado na lógica de valorização de ativos. O livro é considerado um guia para quem deseja ampliar a visão, fortalecer o valor pessoal e a conquista por mais autonomia.

“Minha intenção é inspirar profissionais a se enxergarem para além dos cargos que ocupam e das empresas onde atuam. Muitas vezes nos limitamos a pensar na carreira apenas como uma sequência de posições ou funções, esquecendo que ela é uma construção muito maior, que envolve propósito, impacto e crescimento pessoal”, comenta Mirella Franco, autora do livro.

“E esse valor não vem apenas da experiência que acumula, mas da forma como você se posiciona, se reinventa e se torna indispensável e reconhecido pelo impacto que gera. Sua jornada não é apenas um caminho percorrido, mas um patrimônio valioso”, acrescenta.

Com linguagem acessível, o livro combina elementos de autobiografia, liderança e planejamento estratégico, propondo um caminho prático para quem deseja assumir o controle da própria trajetória com clareza, ousadia e consistência. O método apresentado por Mirella é o “Plano de Voo”, estruturado em três pilares: Visão Estratégica, Ousadia Calculada e Operação Consistente. Juntos, esses pilares funcionam como um guia para profissionais que buscam direcionamento e protagonismo em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo.

“Acredito que é possível construir uma trajetória profissional que não apenas traga sucesso, mas que também gere liberdade para tomar decisões alinhadas aos próprios valores e, acima de tudo, uma valorização real, que vai além do salário ou do título no cartão de visitas”, ressalta a escritora.

Além de compartilhar sua própria transformação, da liderança corporativa à independência financeira e à atuação como conselheira empresarial, Mirella discute temas sensíveis como a desconexão entre identidade e crachá, a sobrecarga emocional no ambiente corporativo e os impactos da falta de planejamento na vida profissional. Para a autora, encarar a carreira como um ativo de valor é também uma forma de conquistar liberdade: de decisão, de tempo e de propósito.

Como forma de retribuir e incentivar outras mulheres em sua jornada profissional, Mirella decidiu doar 100% dos direitos autorais da obra para o Instituto Rede Mulher Empreendedora, organização voltada para o fortalecimento do empreendedorismo feminino no Brasil. A iniciativa atua há mais de uma década oferecendo capacitação, mentorias, acesso a crédito e redes de apoio para milhares de mulheres que desejam empreender com autonomia e sustentabilidade. “Acredito que o conhecimento e a valorização profissional devem caminhar junto com ações concretas de transformação. Ao apoiar a Rede Mulher Empreendedora, quero contribuir para que mais mulheres possam enxergar e negociar o próprio valor, construindo trajetórias sólidas e independentes”, finaliza Mirella.

 

 

Sobre a autora

Natural de Recife (PE), Mirella Franco Melo é graduada em farmácia industrial e construiu carreira sólida na indústria farmacêutica, onde liderou áreas de qualidade, compliance e transformação organizacional. Como empresária, liderou com sucesso a expansão de seu próprio negócio e hoje atua como conselheira empresarial, apoiando organizações a alinharem estratégia, inovação e sustentabilidade. Mirella também é palestrante e referência em temas como liderança, propósito e protagonismo feminino.

Título: Carreira com Valuation

Subtítulo: A arte de negociar o seu valor profissional

Autor: Mirella Franco Melo

ISBN:

Páginas: 118 (confirmar)

Preço de capa: R$

Preço e-book: R$

Pré-lançamento: agosto de 2025

Lançamento: agosto de 2025

Gênero:

 

Para mais informações: Image 360

 

Patrícia Casseano – patricia@image360.com.br / (11) 97541-8014

Stevan Camargo – stevan@image360.com.br / (11) 99718-6252

Lícia Assunção – licia@image360.com.br / (86) 8886-6740

Geovanna Veiga – geovanna@image360.com.br / (11) 919728220

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Classificado de Imóveis

Fernando Boi, o sambista que traduz em sua música o amor, a consciência social e a modernidade.

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O cantor lança neste domingo (26), em todas plataformas de streaming e em seu site oficial, os álbuns “Urbano” e “Consciência”, obras que abordam questões atuais de maneira sensível e impactante

 

Em uma trajetória que atravessa duas décadas, o cantor, compositor e sambista Fernando Boi construiu uma carreira sólida marcada por uma ligação profunda com suas raízes, um processo criativo fascinante e uma discografia que traduz sentimentos, vivências e questionamentos da sociedade. Agora, neste domingo, 26 de janeiro, Fernando dá um passo importante em sua jornada no meio musical ao lançar dois álbuns complementares: “Urbano” e “Consciência”, obras que, juntas, reforçam sua relevância no cenário do samba brasileiro. As obras estarão disponíveis nas principais plataformas de streaming e em seu site oficial, www.fernandoboisamba.com.br.

Os álbuns “Urbano” e “Consciência”, complementares em seus temas e arranjos, abordam questões atuais de maneira sensível e impactante. “Urbano”, como o nome sugere, explora as complexidades da vida nas grandes cidades. “Falo das modernidades virtuais, principalmente da relação com as redes sociais, das dificuldades financeiras, da simplicidade, da vida boêmia, da malandragem e do amor”, explica o cantor. Com arranjos assinados pelo pianista Higor Alves, o álbum apresenta uma linguagem contemporânea e uma musicalidade rica que dialoga com a vida urbana e seus desafios.

Já “Consciência” mergulha em questões sociais, políticas e ambientais. “Falo da natureza, da diversidade, da miscigenação, da consciência do amor próprio, do respeito à natureza. É uma obra que busca despertar o ser humano para o meio ambiente, para a aceitação de coisas que não se pode mudar, das relações humanas e a importância de cuidar de si e da vivência do samba”, destaca Fernando.

Lançados juntos, os dois álbuns se complementam de forma intencional, oferecendo ao público uma experiência profunda e reflexiva. A inspiração para os álbuns, segundo Fernando, é a vida humana, a importância da preservação do meio ambiente, do respeito a diversidade e o amor.

Com 20 faixas no total, as músicas trazem temáticas que vão desde a boemia das cidades até o apelo pela preservação do planeta, sempre com uma poesia rica e arranjos sofisticados. “Espero que, entre essas 20 músicas lançadas nos dois álbuns, pelo menos um toque o coração das pessoas e desperte uma nova consciência para o milagre da vida e para nossa responsabilidade coletiva de cuidar da saúde mental e preservação do nosso planeta”, completa o artista.

De Goiânia para o mundo

Nascido na Vila São José, em Goiânia, Fernando Marques Faustino, carinhosamente conhecido como Fernando Boi, cresceu em meio à influência musical de sua mãe, Dona Leonice, que embalava a rotina da família com clássicos do samba e da MPB. “Minha mãe tinha um gosto peculiar pelo samba. Paulinho da Viola, Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Beth Carvalho eram presenças constantes em nossa casa. Isso certamente foi minha primeira e mais marcante influência no samba”, relembra Fernando.

Para ele, o samba é mais do que um gênero musical, é um agente de transformação social e política. “O samba sempre foi um agente transformador na sociedade. Ele tem um papel fundamental de contestação e de transformação da sociedade, principalmente no campo político. Não há isenção no samba politicamente. O samba não é uma música apenas de entretenimento. Ele é dinâmico, faz acontecer mudanças na sociedade e está intimamente ligado com a realidade brasileira, seja registrando o nosso cotidiano, seja como agente modificador. É um patrimônio brasileiro que brota em cada Estado e cidade do Brasil e extrapola as fronteiras, conferindo identidade ao povo brasileiro, com o poder de comunicação da arte”, reflete o sambista.

Ainda jovem, ele mergulhou de vez no universo do samba, frequentando rodas de samba e absorvendo a essência desse patrimônio cultural brasileiro. Essa paixão inicial se transformou em uma carreira brilhante, marcada pelo lançamento de diversos álbuns, singles e a realização de shows e festivais que o consagraram como um dos grandes nomes do gênero no estado de Goiás.

Ao longo de sua caminhada, Fernando lembra que enfrentou desafios importantes, que lhe trouxeram muitos ensinamentos e lhe permitiram a construção de uma discografia rica e variada, na qual Fernando explora temas como amor, questões sociais, natureza e a vivência humana. Apesar das dificuldades, ele mantém uma produção constante e criativa, o que faz de sua obra um testemunho da resistência e da força do samba no Brasil contemporâneo.

Mantendo-se fiel às tradições do samba, Fernando busca também atualizá-lo, trazendo uma linguagem moderna e conectada aos tempos atuais. “Tento manter viva as tradições do samba, fugindo das banalidades e primando pela poesia, mas sempre atento e de olho na linguagem moderna, para comunicar com uma juventude sedenta de coisas novas. É um trabalho de garimpeiro e bem amplo, mas compensa cada gota de suor. Sinto que muita gente gosta do meu trabalho e procura aprofundar no universo do samba em razão desses estímulos que faço através da minha música. Isso me deixa muito feliz e realizado”, afirma.

E o processo criativo, como Fernando mesmo descreve, é uma espécie de “tempestade divina”. As ideias surgem de forma inesperada, seja em momentos do cotidiano ou até mesmo durante os sonhos. “Já acordei no meio da noite com músicas prontas na cabeça. Corro para gravar no celular antes que desapareçam”, revela.

Esse fluxo criativo é transformado em obras musicais produzidas em parceria com o pianista e produtor Higor Alves. “O Higor tem um talento ímpar e contribui com arranjos magníficos, que eleva cada faixa a um nível superior. Ele é um parceiro essencial nesse processo”, afirma o cantor.

Sonhos, projetos e legado

Com 20 anos de carreira, Fernando é grato pelas conquistas em sua trajetória. “Sou muito feliz por tudo que o samba me proporcionou até hoje. Tenho orgulho de ter participado de festivais e encontros maravilhosos”, afirma.

Mas apesar das conquistas até aqui, ele afirma que ainda tem muitos planos para o futuro. Entre eles estão a gravação de novas composições, a realização de turnês pelo Brasil e pelo exterior, a produção de DVDs e até mesmo o lançamento de um musical. “Quero gravar as inúmeras músicas autorais que tenho prontas, compor novas, gravar obras de outros compositores, principalmente aqueles que não foram muito gravados ou conhecidos, realizar a divulgação do trabalho já realizado através de shows, manter a constância de rodas de samba e apresentações na minha cidade”, declara.

Recentemente, sua música começou a ganhar destaque internacional, com o álbum “As Faces do Amor” sendo lançado no Japão em parceria com a produtora @tudomudamusic. Esse é apenas o início de uma jornada que promete levar o samba de Fernando Boi a novos públicos e culturas. “Muita coisa já foi feita e temos muita coisa por fazer. Vamos trabalhar para isso! É sempre bom mostrar a diversidade do samba, da música, da arte e do Brasil”, afirma.

Quando questionado sobre o legado que deseja deixar, Fernando é claro: “Gostaria que minha música fosse lembrada como uma voz preocupada com as relações sociais, com o planeta, com a existência humana. Quero que ela sirva de consolo para quem sofre, que inspire o amor, a empatia e o cuidado com o mundo”, conclui.

 

FONTE

Assessoria de Imprensa:

Aldair dos Santos (34) 99108-3995

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